Aqui encontrarão contos, poesias e reflexões de vários amigos e/ou poetas amorosos, amigos e queridos, de várias partes do mundo, em um trabalho muitas vezes inconcluso. Esperamos que gostem. Luciana Gaffrée; Luiz Fernando Gaffrée Thompson materportugues@gmail.com
A minha vida imita a minha arte
Espero que gostem
das nossas imitações
colocadas em palavras
virgulando, reticenciando
Nossos mergulhos
Nessa loucura chamada
Pensamento
Luciana Gaffrée
terça-feira, 29 de junho de 2010
Tremei
Tremei!
Adoro sinais
de nascença, de maquiagem,
na linguagem
Adoro sinais:
tis, cedilhas, acentos
graves, agudos, tremas
São adendos , complementos,
que adensam a leveza
gráfica e fonética
do idioma de Camões
da luso-América dos Sertões
São como enfeites,
jóias pendentes
que pairam no ar
que protegem e que acusam
Ah! que abusam!
Tornam a língua feminina,
como a alfacinha do Chiado, do Bairro Alto
e da mulata da Mangueira, do Encantado
Sofisticada, fresca, faceira
Assim como os Ronaldos,
Gaúcho, Cristiano, Fenômeno
tanto quanto Amália, Adélia, Marília
mantêm e soerguem a música, pá!
de nosso idioma,
como broches, brincos e um colar
Mas...e o trema?
Roubaram os tremas:
olhos negros,
um par de pingentes
duas pedras de ônix?
Levaram-nos!
Cinqüenta agora é ciquenta
Tranqüilo agora está retesado
A língua desmilingüiu-se num mingau fatal
que trama e clama pela excução do trema
Coitado! já em fase terminal, in extremis,
na fogueira da Inquisição
Ai! ai! ai! que comoção!
Porém...sobrou o til!
Ainda bem,
que caracteriza e nos identifica
como uma língua preciosa
que tem como encanto a vogal nasal
lânguida, sensual.
!
De Luiz Fernando Gaffrée-Thompson
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Uma atriz falando de futebol, poderá?
Não posso deixar de interpretar a situação desta forma: o Dunga tem complexo de inferioridade, porque na sua época de jogador de Copa do Mundo, pese a que era "funcional", também foi fortemente odiado.
Ele nunca conseguiu ser querido e por isso sofre de perseguição ao universo simbólico do "Brasil estrela", que "chega e acontece", e entao conseguiu finalmente (primeiro nao levando o Ronaldinho, que tem um peso simbolico, dá medo por ser o Ronaldinho, independentemente da copa anterior) sua motivacao psicologica foi: farei de todos os meus jogadores "eficazes e mediocres" como eu sou, tirarei deles a "marca pessoal" e criarei uma "marca coletiva" que é uma pura mentira.
É a mesma coisa com o teatro, quando um diretor diz que vai eliminar as "marcas pessoais" em prol de uma "marca coletiva" sua intenção mais profunda é: o time sou EU, nao sao os jogadores em seu individualismo e talento natural que ganham um jogo, mas um técnico com "cérebro".
Essa marca é anti-idiossincrasia brasileira, e faz dos jogadores "simples peças" de um técnico complexado. Isso leva a que os proximos times não tenham mais o "medo" que tinham do "Brasil Show" que vinha pra mostrar o que é "jogar", ate´podia nao ganhar a copa, mas conservava esse "universo simbolico" imprescindível e construído ao longo de toda a historia do futebol brasileiro. Diria yo que Dunga tem o mesmo complexo de qualquer "ser que foi pouco admirado e amado".
É uma pena que as pessoas não leiam as entrelinhas e o motivo profundo de Dunga, qem conseguiu pela primeira vez na historia brasileira que vários paulistas se unissem num bar para torcer pela Argentina, e eu que sempre torci pelo Brasil, hoje me vi torcendo por POrtugal.
Por dois motivos:
Portugal deu tudo de si, entrega, paixao e técnica (a que possuem)
Brasil:
Jogou mostrando que a única diferença entre ser "jogador de futebol" ou ser "contador" é que são "profissoes" diferentes.
Ou seja: é um marco talvez irrecuperável para a historia futebolistica do Brasil, transformar a nossa equipe PENTA CAMPEA em algo puramente "eficaz" e "profissional"
O meu alerta que me fez nao me sentir, pela primeira vez na minha vida, identificada com um time canarinho: é que é um desrespeito aos torcedores, de todo o mundo, que vêem o futebol sim como um campeonato, mas principalmente como uma forma de ver grandes times mostrarem a sua ARTE.
Argentina está fazendo isso. Está com Arte e tecnica.
Uruguay nao tem arte, mas tem PAIXAO e Dá o sangue pra ganhar.
Portugal tem um estrela, que quizas nao seja um Ronaldinho, mas acredita que é uma estrela e que pode fazer a diferença. Razao maior para quase ter ganhado o jogo de hoje.
E tantos outros times que estao apaixonados por estarem na copa e que merecem muito ganhar.
O Brasil que eu vi nessas partidas, mostram com total soberba, que lhes é indiferente o processo de disputa, simplesmente jogam como tecnocratas e seu lema é "os fins justificam os meios"
Para um técnico como o Dunga isso é previsivel e compreensível. Só terapia fará esse homem feliz.
Felipão? Eu adoro porque para ele futebol é esporte, ou seja, tensao, dedicação mas principalmente RAÇA, ENTREGA, SUOR e PAIXAO.
By the way, não torço por nacionalismo, torço porque tenho uma afetividade historica brasileira, mas posso me distanciar dela (como disse María Vidal, saber o que é e ser crítico) também tenho uma historia no uruguay e antes de tudo, tenho a distancia necessária para saber que todos os povos deveriam poder ganhar alguma vez, e que para levar o HEXA o Brasil tem que respeitar dez miil vezes mais os seus torcedores e os torcedores do mundo inteiro. Porque agora ele é um referente e deve ser responsável por isto.
Quantas crianças uruguaias nunca viram o seu time campeão? É justo com eles que enquanto o seu time jogue com paixao e raça venha o pedante brasil dizer que esse jogo é apenas uma peça a mais no meu tabuleiro de xadrez?
Talvez nao tive tempo suficiente para elaborar melhor as minhas idéias, mas precisava compartilhá-las com vocês.
Uma simples atriz,
Luciana
Ele nunca conseguiu ser querido e por isso sofre de perseguição ao universo simbólico do "Brasil estrela", que "chega e acontece", e entao conseguiu finalmente (primeiro nao levando o Ronaldinho, que tem um peso simbolico, dá medo por ser o Ronaldinho, independentemente da copa anterior) sua motivacao psicologica foi: farei de todos os meus jogadores "eficazes e mediocres" como eu sou, tirarei deles a "marca pessoal" e criarei uma "marca coletiva" que é uma pura mentira.
É a mesma coisa com o teatro, quando um diretor diz que vai eliminar as "marcas pessoais" em prol de uma "marca coletiva" sua intenção mais profunda é: o time sou EU, nao sao os jogadores em seu individualismo e talento natural que ganham um jogo, mas um técnico com "cérebro".
Essa marca é anti-idiossincrasia brasileira, e faz dos jogadores "simples peças" de um técnico complexado. Isso leva a que os proximos times não tenham mais o "medo" que tinham do "Brasil Show" que vinha pra mostrar o que é "jogar", ate´podia nao ganhar a copa, mas conservava esse "universo simbolico" imprescindível e construído ao longo de toda a historia do futebol brasileiro. Diria yo que Dunga tem o mesmo complexo de qualquer "ser que foi pouco admirado e amado".
É uma pena que as pessoas não leiam as entrelinhas e o motivo profundo de Dunga, qem conseguiu pela primeira vez na historia brasileira que vários paulistas se unissem num bar para torcer pela Argentina, e eu que sempre torci pelo Brasil, hoje me vi torcendo por POrtugal.
Por dois motivos:
Portugal deu tudo de si, entrega, paixao e técnica (a que possuem)
Brasil:
Jogou mostrando que a única diferença entre ser "jogador de futebol" ou ser "contador" é que são "profissoes" diferentes.
Ou seja: é um marco talvez irrecuperável para a historia futebolistica do Brasil, transformar a nossa equipe PENTA CAMPEA em algo puramente "eficaz" e "profissional"
O meu alerta que me fez nao me sentir, pela primeira vez na minha vida, identificada com um time canarinho: é que é um desrespeito aos torcedores, de todo o mundo, que vêem o futebol sim como um campeonato, mas principalmente como uma forma de ver grandes times mostrarem a sua ARTE.
Argentina está fazendo isso. Está com Arte e tecnica.
Uruguay nao tem arte, mas tem PAIXAO e Dá o sangue pra ganhar.
Portugal tem um estrela, que quizas nao seja um Ronaldinho, mas acredita que é uma estrela e que pode fazer a diferença. Razao maior para quase ter ganhado o jogo de hoje.
E tantos outros times que estao apaixonados por estarem na copa e que merecem muito ganhar.
O Brasil que eu vi nessas partidas, mostram com total soberba, que lhes é indiferente o processo de disputa, simplesmente jogam como tecnocratas e seu lema é "os fins justificam os meios"
Para um técnico como o Dunga isso é previsivel e compreensível. Só terapia fará esse homem feliz.
Felipão? Eu adoro porque para ele futebol é esporte, ou seja, tensao, dedicação mas principalmente RAÇA, ENTREGA, SUOR e PAIXAO.
By the way, não torço por nacionalismo, torço porque tenho uma afetividade historica brasileira, mas posso me distanciar dela (como disse María Vidal, saber o que é e ser crítico) também tenho uma historia no uruguay e antes de tudo, tenho a distancia necessária para saber que todos os povos deveriam poder ganhar alguma vez, e que para levar o HEXA o Brasil tem que respeitar dez miil vezes mais os seus torcedores e os torcedores do mundo inteiro. Porque agora ele é um referente e deve ser responsável por isto.
Quantas crianças uruguaias nunca viram o seu time campeão? É justo com eles que enquanto o seu time jogue com paixao e raça venha o pedante brasil dizer que esse jogo é apenas uma peça a mais no meu tabuleiro de xadrez?
Talvez nao tive tempo suficiente para elaborar melhor as minhas idéias, mas precisava compartilhá-las com vocês.
Uma simples atriz,
Luciana
Marina Silva
Marina selva,
Marina é fluvial
Marina vai salvar
O Rio de Janeiro,
Do Norte e do Sul
O rio Madeira, o Mamoré,
O São Francisco,
Pois Marina é um manancial
Marina é marinha
Vai reenergizar as praias
Dos rios Grandes do Sul e do Norte, de Janeiro
Assim como o mangue Seco
A ilha Bela
O morro de São Paulo
E Mar d´Espanha
Mariana é poetisa
Vai alcançar Alcobaça
Belo Horizonte e Belo Horizonte
Bela Cintra, toda a Belíndia
A beleza dos pi nherais
Dos seringais
Dos bananais
Dos palpimitais
De todas as capitais
Marina é coerente
É silva, portanto é relva
È marina, é mar, ancoradouro
É poderosa como São Paulo,
Chique como o Leblon
E tribal e também laboral
Esguia como uma catarinense
Cabocla como uma brasilense
Urbana como uma fluminense
Ínida como a manauara
Negra como os quiombolas
Brasileira, bolas!
Mariané mato grosso
É energia, porém não Angra que sangra
Não Sampa que transborda
É recursos oriundos de cursos
De rios caudolosos, tais como:
Português, Matemática, Química, Inglês
Marina é divina
É Santa Catarina, São Luís, São Paulo
A Santa Madre Igreja, Nosso Senhor do Bonfim,
Evangêica, só Jesus Salva!
É ecumênica, oxalá!:
Aceita os manes dos inhomanis
Os deuses do panteão iorubá
Marina é o Brasil
Marinado na sapiência
De ser simples e ser altaneira
Consciente e diligente,
Progressista e naturalista
No almágama de seu discurso intimista,
Leve, calmo, vivaz e elegante
Brasilianista!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Marina é fluvial
Marina vai salvar
O Rio de Janeiro,
Do Norte e do Sul
O rio Madeira, o Mamoré,
O São Francisco,
Pois Marina é um manancial
Marina é marinha
Vai reenergizar as praias
Dos rios Grandes do Sul e do Norte, de Janeiro
Assim como o mangue Seco
A ilha Bela
O morro de São Paulo
E Mar d´Espanha
Mariana é poetisa
Vai alcançar Alcobaça
Belo Horizonte e Belo Horizonte
Bela Cintra, toda a Belíndia
A beleza dos pi nherais
Dos seringais
Dos bananais
Dos palpimitais
De todas as capitais
Marina é coerente
É silva, portanto é relva
È marina, é mar, ancoradouro
É poderosa como São Paulo,
Chique como o Leblon
E tribal e também laboral
Esguia como uma catarinense
Cabocla como uma brasilense
Urbana como uma fluminense
Ínida como a manauara
Negra como os quiombolas
Brasileira, bolas!
Mariané mato grosso
É energia, porém não Angra que sangra
Não Sampa que transborda
É recursos oriundos de cursos
De rios caudolosos, tais como:
Português, Matemática, Química, Inglês
Marina é divina
É Santa Catarina, São Luís, São Paulo
A Santa Madre Igreja, Nosso Senhor do Bonfim,
Evangêica, só Jesus Salva!
É ecumênica, oxalá!:
Aceita os manes dos inhomanis
Os deuses do panteão iorubá
Marina é o Brasil
Marinado na sapiência
De ser simples e ser altaneira
Consciente e diligente,
Progressista e naturalista
No almágama de seu discurso intimista,
Leve, calmo, vivaz e elegante
Brasilianista!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mi Evangelho Apócrifo (de Luciana Gaffrée)
Soy no-judía
Infelizmente
Soy no-judía
Perdí el árbol
No me habló
El Rabino
Lloré mi
Judaísmo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Cristianas
Lo traigo en la palabra
"NO"
Quiero la sinagoga
Quiero el beso
No-traidor
Quiero el Evangelho de Judas
Quiero las palabras de Magdalena
Quiero al torah sin traducciones
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero la paz
Quiero ser
TU
De Luciana Gaffrée
Babalorixá Teresiano
Sou judeu, católico, mussulmano
Sou paulistano, mano,
Sou carioca, merrmão
Vim do Sertão
Tchê, tomo chimarrão
Creio na virgindade de Maria
Na divina alegoria
Nos preceitos de Maomé
Nos ditames do Candomblé
Na preces dos seguidores de Javé
Sou budista, islamista, maoísta,
Taoísta baixista e violista
Pessimista, otimista e incrédulo
Cético, ascético, asséptico,
Pois me banho nas águas de todos os rios,
Sagrados e profanos.
De Luiz Fernando Gaffrée-Thompson
"Yo también quiero ser
quiero ser quien soy.
más allá. a pesar. con y contra. sin y con
ser yo en ti
casi como tú en mí
aunque las voces no me escuchen y me tapen
aunque los gritos no me dejen
aunque las voces no te escuchen y te tapen y te dejen
abandonado
abandonados
del lado que mires
de mi lado o de tu lado
ABANDONADOS"
de Vivian Rabinovich
Si soy en esencia, lo que mi padre ...
planeo para mi y trato al menos;
dentro de mi humanidad ser humano.
Si el hambre ajena me duele ...
y no miro hacia otro lado.
Si al menos, no hago daño cosentido,
por mi supuesta inteligencia ....
y no me entrego como un cordero,
al sacrificio inutil de los intereses.
Si puedo llegar a ser "humano";
honraria a mi padre y a la raza humana.
No me hace falta y sin petulancia leer ...
lo que Dios ha sembrado en mi corazon,
esta en mi y en mi repartirlo a mis semejantes.
Bueno, lo tuyo y es una materia a rendir ...
somos lo que somos y por que? ser ...
lo que nuestra existecialidad, no nos condiciono
a ser.
de Enrique Hector Twaska
"sou mouro e sou cristão
que Alá me proteja
e beijo a cruz de Cristo que levo
sobre o albornoz"
de David Teles Ferreira
Soy no-musulmana
Infelizmente
Soy no-musulmana
Perdí el árbol
No me habló
El Imán
Lloré mi
Islamismo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Cristianas
Lo traigo en la palabra
"OJALÁ"
Quiero la Mezquita
Quiero el rezo
No-espurio.
Quiero el Evangelho de Mahoma
Quiero las palabras de Maryam
Quiero el Corán sin traducciones
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero la paz
Quiero ser
ELLOS
De Adela Castro
Soy no-umbandista
Infelizmente
Soy no-umbandista
Perdí el árbol
No me habló
El Orixá
Lloré mi
Umbandismo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Africanas
Lo traigo en la palabra
"SARABÁ"
Quiero el Terreiro
Quiero los espíritus
que protegen
Quiero el Evangelho de Ogúm
Quiero las palabras de Yemanjá
Quiero la danza das Maes do santo
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero el goce
Quiero ser
ELLOS
De Adela Castro
Infelizmente
Soy no-judía
Perdí el árbol
No me habló
El Rabino
Lloré mi
Judaísmo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Cristianas
Lo traigo en la palabra
"NO"
Quiero la sinagoga
Quiero el beso
No-traidor
Quiero el Evangelho de Judas
Quiero las palabras de Magdalena
Quiero al torah sin traducciones
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero la paz
Quiero ser
TU
De Luciana Gaffrée
Babalorixá Teresiano
Sou judeu, católico, mussulmano
Sou paulistano, mano,
Sou carioca, merrmão
Vim do Sertão
Tchê, tomo chimarrão
Creio na virgindade de Maria
Na divina alegoria
Nos preceitos de Maomé
Nos ditames do Candomblé
Na preces dos seguidores de Javé
Sou budista, islamista, maoísta,
Taoísta baixista e violista
Pessimista, otimista e incrédulo
Cético, ascético, asséptico,
Pois me banho nas águas de todos os rios,
Sagrados e profanos.
De Luiz Fernando Gaffrée-Thompson
"Yo también quiero ser
quiero ser quien soy.
más allá. a pesar. con y contra. sin y con
ser yo en ti
casi como tú en mí
aunque las voces no me escuchen y me tapen
aunque los gritos no me dejen
aunque las voces no te escuchen y te tapen y te dejen
abandonado
abandonados
del lado que mires
de mi lado o de tu lado
ABANDONADOS"
de Vivian Rabinovich
Si soy en esencia, lo que mi padre ...
planeo para mi y trato al menos;
dentro de mi humanidad ser humano.
Si el hambre ajena me duele ...
y no miro hacia otro lado.
Si al menos, no hago daño cosentido,
por mi supuesta inteligencia ....
y no me entrego como un cordero,
al sacrificio inutil de los intereses.
Si puedo llegar a ser "humano";
honraria a mi padre y a la raza humana.
No me hace falta y sin petulancia leer ...
lo que Dios ha sembrado en mi corazon,
esta en mi y en mi repartirlo a mis semejantes.
Bueno, lo tuyo y es una materia a rendir ...
somos lo que somos y por que? ser ...
lo que nuestra existecialidad, no nos condiciono
a ser.
de Enrique Hector Twaska
"sou mouro e sou cristão
que Alá me proteja
e beijo a cruz de Cristo que levo
sobre o albornoz"
de David Teles Ferreira
Soy no-musulmana
Infelizmente
Soy no-musulmana
Perdí el árbol
No me habló
El Imán
Lloré mi
Islamismo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Cristianas
Lo traigo en la palabra
"OJALÁ"
Quiero la Mezquita
Quiero el rezo
No-espurio.
Quiero el Evangelho de Mahoma
Quiero las palabras de Maryam
Quiero el Corán sin traducciones
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero la paz
Quiero ser
ELLOS
De Adela Castro
Soy no-umbandista
Infelizmente
Soy no-umbandista
Perdí el árbol
No me habló
El Orixá
Lloré mi
Umbandismo
Lo traigo en mis
Conceptos vagos
En mis memorias
Africanas
Lo traigo en la palabra
"SARABÁ"
Quiero el Terreiro
Quiero los espíritus
que protegen
Quiero el Evangelho de Ogúm
Quiero las palabras de Yemanjá
Quiero la danza das Maes do santo
Quiero la Verdad Absoluta
Quiero mis origenes
Quiero el goce
Quiero ser
ELLOS
De Adela Castro
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Chez João e Angélica mais Maiconson, Suellen e Elisângela. (de Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Ponho a mesa da sala de jantá
Uma toalha azul e branca de xadrez
Ponho os copo, Gerez
E refresco de maracujá
Maiquinho vai gostá
C´est si mignon tout ça
Ça sent l´élégance, la puissance,
De ce brave peuple,
Aquises dan la patience
Chiii! Esses gringo são de matá
Não entendo nada, só dá pra zoá
Maiquin, Suele, Elisanja vêm jantá
Tua mãe tá chamando
Que a sopa de feijão vai esfriá
Ils ont tout à apprendre
Avec nos mesures d´économie
De ce servir de ce qu´il faut
De ne pas gaspiller, il faut que se nourrir!
Jão traz a farofa, o arroz, o macarrão e o feijão
Que isso menina! Elisanja: não mete a mão!
O qué que os gringo vão pensá de nossa educação?
C´est quand m~eme marrant
Ils on de bonnes manières
Joãô, Angelicá et Maîcõ
Ne parlent pas en mangeant
Ils tiennent le couvert comme des aristocrates!
Pô, acabô, esses gringo são um pé no saco
Lá no táxi é melhor, eles dao gorjeta
Aqui ficam olhando a gente com cara de besta
Vai pra diabo Pitér e Mari Clér
Aceita um café, dois dedo, meu patrão?
Je suis obligé à boire ce truc dégueusse
Que du sucre, merde, alors!
Muita bon, Jon!
Obrrigade, maichch nõ querro maichch!
Qu´ils aillent se faire foutre
Avec leur gaspilllage et leurs couceurs!
Atemanhã Pitér!
Atémanhã Mari Clér!
Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson
Uma toalha azul e branca de xadrez
Ponho os copo, Gerez
E refresco de maracujá
Maiquinho vai gostá
C´est si mignon tout ça
Ça sent l´élégance, la puissance,
De ce brave peuple,
Aquises dan la patience
Chiii! Esses gringo são de matá
Não entendo nada, só dá pra zoá
Maiquin, Suele, Elisanja vêm jantá
Tua mãe tá chamando
Que a sopa de feijão vai esfriá
Ils ont tout à apprendre
Avec nos mesures d´économie
De ce servir de ce qu´il faut
De ne pas gaspiller, il faut que se nourrir!
Jão traz a farofa, o arroz, o macarrão e o feijão
Que isso menina! Elisanja: não mete a mão!
O qué que os gringo vão pensá de nossa educação?
C´est quand m~eme marrant
Ils on de bonnes manières
Joãô, Angelicá et Maîcõ
Ne parlent pas en mangeant
Ils tiennent le couvert comme des aristocrates!
Pô, acabô, esses gringo são um pé no saco
Lá no táxi é melhor, eles dao gorjeta
Aqui ficam olhando a gente com cara de besta
Vai pra diabo Pitér e Mari Clér
Aceita um café, dois dedo, meu patrão?
Je suis obligé à boire ce truc dégueusse
Que du sucre, merde, alors!
Muita bon, Jon!
Obrrigade, maichch nõ querro maichch!
Qu´ils aillent se faire foutre
Avec leur gaspilllage et leurs couceurs!
Atemanhã Pitér!
Atémanhã Mari Clér!
Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson
sábado, 19 de junho de 2010
Resposta de uma mulher de Chico (de Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Vem meu nego
Meu sorriso rubro, esgarçado
Te engolirá
Vem meu nego
Que em casa
No morno do conforto
Meu regaço te protegerá
Veja meu nego
Papagaios e araras
Constituem minha veste
Que te perderá
Vá meu nego
Pela estradinha de terra batida,
Que muitos segredos ela tem para contar
Meu nego: seriedade
Pois essa é a realidade!
Ela te salvará
Afasta-te meu nego!
Minha cama está envolta em doces teias
Que podem inebriar!
Não! meu uivo te protegerá!
Meu nego: o azul que vejo
É o sombreado de tua pele
Tua espada pode penetrar
Nas minhas entranhas carmezim
E me ferir de vida,
De vingança contra a morte, Nego!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Resposta de uma mulher de Chico (Buarque) II
(Entenda-se "chico" com duplo sentido, por favor, como diriam os Cassetas - nome próprio que, aliás, se insere, perfeitamente,no contexto do pema)
Desfalece, nego!
Fica, queima nos céus
Em vez de tiritar de frio
Nos porões dos aviões
Nego, o verão sufoca
A paixão arde,
Enquanto bailam minhas pernas no ar,
Cada vez mais céleres e elegantes,
Coxas protetoras,
O mato e o amor tormam-nos
Solenes...solenes, Nego!
Solenes!...é a criação, Preto!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Resposta à letra do cantor Charly García, mostrada a seguir:
"Quiero verte la cara
Meu sorriso rubro, esgarçado
Te engolirá
Vem meu nego
Que em casa
No morno do conforto
Meu regaço te protegerá
Veja meu nego
Papagaios e araras
Constituem minha veste
Que te perderá
Vá meu nego
Pela estradinha de terra batida,
Que muitos segredos ela tem para contar
Meu nego: seriedade
Pois essa é a realidade!
Ela te salvará
Afasta-te meu nego!
Minha cama está envolta em doces teias
Que podem inebriar!
Não! meu uivo te protegerá!
Meu nego: o azul que vejo
É o sombreado de tua pele
Tua espada pode penetrar
Nas minhas entranhas carmezim
E me ferir de vida,
De vingança contra a morte, Nego!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Resposta de uma mulher de Chico (Buarque) II
(Entenda-se "chico" com duplo sentido, por favor, como diriam os Cassetas - nome próprio que, aliás, se insere, perfeitamente,no contexto do pema)
Desfalece, nego!
Fica, queima nos céus
Em vez de tiritar de frio
Nos porões dos aviões
Nego, o verão sufoca
A paixão arde,
Enquanto bailam minhas pernas no ar,
Cada vez mais céleres e elegantes,
Coxas protetoras,
O mato e o amor tormam-nos
Solenes...solenes, Nego!
Solenes!...é a criação, Preto!
(Autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Resposta à letra do cantor Charly García, mostrada a seguir:
"Quiero verte la cara
brillando como una esclava negra
sonriendo con ganas, nena.
Lejos, lejos de casa
no tengo nadie que me acompañe a ver la mañana.
Y que me de la inyección a tiempo,
antes que se me pudra el corazón.
Ni calienten estos huesos fríos, nena.
Quiero verte desnuda
el día que desfilen los cuervos
que han sido salvados, nena.
Sobre alguna autopista,
que tenga infinitos carteles
que no digan nada.
Y realmente quiero que te rías
y que digas que es un juego no más.
O me mates este mediodía, nena."
(Fragmento de Eiti leda Charly Garcia)
Sweet Cream
Antes de dormir
Anhelo escribir
Antes de acostarme
Preciso arroparme
Antes de apagarla
Voy a buscarte
Dr. Selby
Dr.Selby
Voy a buscarte
Antes de apagarla
Preciso arroparme
Antes de acostarme
Anhelo escribir
Antes de dormir
Anhelo
Antes
Preciso
Voy
Dr.
De Luciana Gaffrée
Luego de escribir acostar arropar apagar buscar ir
Luego del Dr. Anhelo..
Qué hay en el después...
La Nada de Hemingway o el Todo de ti de mi de nosotros
de ellos
Del Dr. Anhelo esperando más de lo mismo
el retorno de lo mismo
el mismo anhelo de ir a lo mismo
hasta el final...
de Vivian Rabinovich
Anhelo escribir
Antes de acostarme
Preciso arroparme
Antes de apagarla
Voy a buscarte
Dr. Selby
Dr.Selby
Voy a buscarte
Antes de apagarla
Preciso arroparme
Antes de acostarme
Anhelo escribir
Antes de dormir
Anhelo
Antes
Preciso
Voy
Dr.
De Luciana Gaffrée
Luego de escribir acostar arropar apagar buscar ir
Luego del Dr. Anhelo..
Qué hay en el después...
La Nada de Hemingway o el Todo de ti de mi de nosotros
de ellos
Del Dr. Anhelo esperando más de lo mismo
el retorno de lo mismo
el mismo anhelo de ir a lo mismo
hasta el final...
de Vivian Rabinovich
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Solsoneto
Solsoneto
Soneto gueto amuleto,
Impressões contradições aflições
Soweto, cianureto, Monsueto:
Sabão um pouquinho, roupa um tantão!
Copa, obra que sossobra
Amarelo, lero-lero nacionalista
Retórica de um povo que cobra
Razões para ser ufanista
Gol! esquecimento, desolação
Seleção ruim, filha da puta!
Jogador vencido na disputa.
Gol...Gol! Ópera de titãs
Vencedores salvam a Nação
Da Pátria de Chuteiras...Exaltação!
Solsonnet
Sonnet, ghetto, grigri
Impressions, contradiction, malédiction!
Soweto, cianure, la sueur
Trop de linge, pas assez de savon
Coupe, oeuvre qui sombre
Jaune, boniment nationaliste
Réthorique d´un peuple qui exige
Des raisons pour être chauviniste
But! Oubli, désolation
Merde, cette équipe foutue,
Ces joueurs déjà vaincus
But!...But! Opéra aux géants
Les vainqueurs sauvent la Nation
Et nous, tous en uniforme: exaltation!
(Autor do original em português e da versão francesa:
Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Goles con receta medica
El nieto camina llevando siempre
El amuleto,
Las aflições
Las marias juanas
Y sus pocas visitas
El CTI sossobra
Un guetto sin nacionalidad
Una inclusión retórica
Un sinrazón nada comunicable
No hay testigos
En el CTI
Es el olvida-miento, la desolación
Aquella hija de puta!
Vestida de blanco
En su Ópera patria
Rompe carnes
Opera titán
Exalta goles
Que inyectan
Comas
Salga de ahí mi nieto
Prenda MTV
Juegue wii
Y olvidese
De mi
de Luciana Gaffrée
Nunca mientes cuando olvidas
sólo cuando recuerdas y retuerces mentiras
hasta que se olvIdan todos de tus verdades vencidas
entonces se juega y se rompen las carnes
se ponen patadas se aúlla al desborde
un canto que suena a bruta sordera
bruta ignorante pan y circo y cirqueros
y entre cabaleros y cabuleros
fabuladores y fabuleros
mentirosos y mentiras que se recuerdan retorcidas
todos olvidan
TODOS OLVIDAN
de Vivian Rabinovich
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Gema Genitiva ou "Qualquer Relacionamento entre dois"
Cacau maia
Moeda de troca
Árvore-da-vida
Morta na Bahia
Cacaueira vassoura
Da bruxa latina
Navegadora
Bêbada garota
Negra amarga
Mordida nos
Glúteos recheados
de Avelã
Línguas de gato
Derretem depressões
Suas doses terapêuticas
São grãos
Paralisantes
Em doses letais
Quiçá excitantes
Negra, negrinha
Venha minha pretinha
Seus esporos
Recheados de menta
Descem suaves
De garganta
em garganta
Por sorte
Te prefiro negra
E branca
ou ambas juntas
Sacolejo na boca
Tuas partes salivares
Cuspo as passas
As passas são feias
Cheias de pedúnculos
Enruguecidos
Não conhecem
As cutículas
Afrodizíacas
E a concha madrepérola?
de Luciana Gaffrée
Contraponto antropológico
Alva
Cabelos negros
Requebrada
Latina européia
Cevada de dendê
Branca
Pretas madeixas
Olhos de ameixa
Suingue
Alimentção: feijão
Pelos
Fartos, depilados
Boca carnuda
Símbolos religiosos
Pitéu de farofa
Ópera
Sul de Europa
América do Sul
Sul sôfrego
Bacante de banha
Generosas
As carnes das mamas
Mães na essência
Maduras de tesão
Empapadas de licores
Largas
As ancas felinianas
Promessas de gestação
Convites alcoviteiros
Associações óbivias
Roma de Fellini
Musas de Pantagruel
Símbolos de Botero
Redondas de Jorge Amado
Pesadeleos de Ceauscecu
Cerbères
Cães ladinos latem o nosso latim crioulo
Lá e cá.
(autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
asi como eres...
cómo eres?
no te distingo a la luz del día
el sol me ilumina y no veo
si eres oscura clara clara límpida
límpìda sucia
sucia amarillenta
amarillenta o blanquecina
ébano o marfil
marfil o arco iris
cómo eres .....?
muestra... que al fin y al cabo
nadie sabe cómo deberías ser
nadie hay satisfecho si eres oscura clara
límpida sucia amarillenta blanquecina
ébano o marfil o arco iris
muestra hasta que el sol oscurezca
y alguien por fin te vea como eres
TAL COMO ERES
ENTERA
de Vivian Rabinovich
Procurando hoy...el cacao....
Hay de las veces que el alma procura cadencias,
quiere tañer sus cuerdas,
latir como una oblea entre mejillas ...
y saberse con caderas cadenciosas,
cual las pasas,almendras,avellanas o castañas
que bañadas del cacao y saborizado, de las mentas,
los marrasquinos o las fresas nos procuran embelesar
con todo su embeleso ya que como con codicia
se escode de ella el halito
esquivo ,mezquino con total mezquindad.
de Zulema Solla Perez
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Vaso Chinês
O Vaso Chinês
CompartirTens fotofobia, transpiração e lacrimejas
Tens vertigens, vômitos e choro
Musculatura cerebral involuntária
Pensamento com ânsias de poder
Tua mente coagulou
Atacou o teu sistema
Afetou a tua percepção
Quedastes dependente
Da fêmea ideologia
Também chamada
Símbolo nacional
Tua narcótica fé
de atéia
Oh haxixe insensível
Oh suspiro oprimido
Oh euforia dormideira
Oh apatia cardíaca
Oh crente camuflado
Ela, a papoula alemã
A falsa materialização
A Dádiva dos Deuses
A Negação do prazer
A Guerreira fanática
A Leitosa cápsula
Em porcelana e seda
Ferve as almas
Dialeticamente
Para o chá
Das cinco
Tolas
De Luciana Gaffrée
O meu "vase chinois"
espaços brancos leitosos ou "beiges" sedosos
seres estáticos, nobiliárquicos, capitosos
superfciíes sem perspectiva, etéreas
cenas de cortes, de caçadas, como que aéreas
personagens azuis, dourados, "laque de chine"
porcelanas trazidas por meu pai, na sala de minha mãe
os personagens dos potes despem-se de sua postura vã
e, imperadore, impratriz, príncipe ou princesa
soltam-se e vêm participar do repasto à mesa
já são Bebete; Ricardo; Liginha; Candinho; Liliam
Natal tropical, na Tijuca, calores, festa pagã
danças e brincadeiras, bebedeiras, de divertir-se o afã
no quintal, mangueiras caramboleiras sapotizeiros
misturados às nozes, amêndoas, avelãs; pinheiros
de repente, todas as personagens desaparecem da sala,
seus tesouros restaurados dão-lhe a sua aparência de gala,
retornam, meus: primo, prima, irmão, irmã, tio, tia
aos vasos, à época da dinastia Ming, a sua esxistência vazia.
(Poema: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
De allí no pudiste escapar nunca
porque alguien dijo insistió persuadió
gritó juró corrompió prometió
el alma en el cielo si cumplieras
en el infierno si no obedecieras
Te quedaste allí en el centro del pecado
y decidieron por ti que fueras tonto y adorado
adorado y tonto
para siempre
narcóticamente en fe atontado
y el alguien atrás,
sin dar su sangre ni su alma
ni su fe ni su pecado ni su promesa
ni su cielo ni su infierno
ni glorias de ser eterno
porque en eso, justamente en eso no creyera,
mirándote sonriente.... tonto obnubilado...!
de Vivian Rabinovich
Esa mixtura o contagio
entre lo orgánico y sus humores
y los infartos, coágulos, tumores,
metástasis: ideológicos, de fe atea,
ansias de poder,
apatía,
amuflajes diversos
de prejuicios no confesados...
A cuántos pueden
caernos estos sayos,
en la búsqueda de ser
auténticos,
salirnos de clishés,
cambiar sin que nos cueste tanto,
escuchar otras voces,
movernos de lugar...
"Tolas"
Vocativo final!!
jaja: tontas?!,
a veces somos tan
/tolos/tolas...otras,
nuestro pensamiento,
sentimientos,
fuerza,
entusiasmo,
respeto,
apertura...
puede convidarnos
a otras tazas más
rústicas
o también
de porcelana y seda...
es lo de menos,
y encontrar
la poderosa
fuerza
del diálogo.
de María Vida
Tens vertigens, vômitos e choro
Musculatura cerebral involuntária
Pensamento com ânsias de poder
Tua mente coagulou
Atacou o teu sistema
Afetou a tua percepção
Quedastes dependente
Da fêmea ideologia
Também chamada
Símbolo nacional
Tua narcótica fé
de atéia
Oh haxixe insensível
Oh suspiro oprimido
Oh euforia dormideira
Oh apatia cardíaca
Oh crente camuflado
Ela, a papoula alemã
A falsa materialização
A Dádiva dos Deuses
A Negação do prazer
A Guerreira fanática
A Leitosa cápsula
Em porcelana e seda
Ferve as almas
Dialeticamente
Para o chá
Das cinco
Tolas
De Luciana Gaffrée
O meu "vase chinois"
espaços brancos leitosos ou "beiges" sedosos
seres estáticos, nobiliárquicos, capitosos
superfciíes sem perspectiva, etéreas
cenas de cortes, de caçadas, como que aéreas
personagens azuis, dourados, "laque de chine"
porcelanas trazidas por meu pai, na sala de minha mãe
os personagens dos potes despem-se de sua postura vã
e, imperadore, impratriz, príncipe ou princesa
soltam-se e vêm participar do repasto à mesa
já são Bebete; Ricardo; Liginha; Candinho; Liliam
Natal tropical, na Tijuca, calores, festa pagã
danças e brincadeiras, bebedeiras, de divertir-se o afã
no quintal, mangueiras caramboleiras sapotizeiros
misturados às nozes, amêndoas, avelãs; pinheiros
de repente, todas as personagens desaparecem da sala,
seus tesouros restaurados dão-lhe a sua aparência de gala,
retornam, meus: primo, prima, irmão, irmã, tio, tia
aos vasos, à época da dinastia Ming, a sua esxistência vazia.
(Poema: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
De allí no pudiste escapar nunca
porque alguien dijo insistió persuadió
gritó juró corrompió prometió
el alma en el cielo si cumplieras
en el infierno si no obedecieras
Te quedaste allí en el centro del pecado
y decidieron por ti que fueras tonto y adorado
adorado y tonto
para siempre
narcóticamente en fe atontado
y el alguien atrás,
sin dar su sangre ni su alma
ni su fe ni su pecado ni su promesa
ni su cielo ni su infierno
ni glorias de ser eterno
porque en eso, justamente en eso no creyera,
mirándote sonriente.... tonto obnubilado...!
de Vivian Rabinovich
Esa mixtura o contagio
entre lo orgánico y sus humores
y los infartos, coágulos, tumores,
metástasis: ideológicos, de fe atea,
ansias de poder,
apatía,
amuflajes diversos
de prejuicios no confesados...
A cuántos pueden
caernos estos sayos,
en la búsqueda de ser
auténticos,
salirnos de clishés,
cambiar sin que nos cueste tanto,
escuchar otras voces,
movernos de lugar...
"Tolas"
Vocativo final!!
jaja: tontas?!,
a veces somos tan
/tolos/tolas...otras,
nuestro pensamiento,
sentimientos,
fuerza,
entusiasmo,
respeto,
apertura...
puede convidarnos
a otras tazas más
rústicas
o también
de porcelana y seda...
es lo de menos,
y encontrar
la poderosa
fuerza
del diálogo.
de María Vida
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Carótida Enternecida
Minha jugular externa
Dura Máter
Veia trombótica
Magna perfurante
Carrega de novo
Meu sangue leitoso
Eternamente venoso
De volta ao sistema caótico
Meu seio esquerdo
Duplamente originário
Cava convicto
Nas minhas gauches
Dores inferiores
Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre
de Luciana Gaffrée
Meu ventre inúti
Não se enternece,
Não engendra,
Não ejacula
Engorda!
Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem
Engordam!
Meu saco escrotal
Não não tem óvulos
Não tem placenta
Não alimenta
Engorda!
Não tenho trompas de Eustáquio
Não tenho óvulos, nem ovário
Não dou à luz,
Nunca mesntruei!
Gorduras?
Gordura estéril
De minhas formas arredondadas
Da doçura de minh´alma
Da ternura de meus fluidos
Como a gordura, viscozos,
Procriam!
de Luiz Fernando Gaffrée Thompson
"Esta poesía refleja algunas de mis indagaciones o exploraciones mentales asociadas a reconocer la belleza en ciertos mapas del cuerpo, cartografías fisiológicas..."
Julio Pereira
"... Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre...",
tan vedadas a nosotros ,
hombres.
Solo apercibidas
a traves de los sentidos,
que se transforman
en sinestesia de amor
en espera.
El misterio de la vida,
de regreso del caos ,
trera consigo la sorpresa
de ese soplo que da vida,
pero que no dejara de ser
misterio a ambos,
por suerte.
de Leopoldo Martinez Risso
Saltimbanqui salta mientras mis senos aplauden
vientre y en él nadando, flotando, moviendo
cambiando, creciendo, arrastrando,
delante un mundo,
pequeño gignatesco
dolores y placeres
vientre jugando al juglar
vientre que muestra y oculta
producto de conjunciones
conjunciones en la luna
conjunciones de cóncavo y convexo
de circunferencia y espiga
durante la Luna
durante la Estrella
Saltimbanqui del Vientre
yaciendo allí otro vientre
eónico......
de Vivian Rabinovich
Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem
la belleza en ciertos
mapas del cuerpo
cartografías fisiológicas
tan vedadas a nosotros,
hombres
producto de conjunciones
de circunferencia y espiga
se transforman en sinestesia de amor
mis senos aplauden
otro vientre
eónico......
De autores varios
Suspiro profundo
Me doblo
Me inclino
Mis manos enlazan mi vientre
Lo acunan
Lo protegen
Sola dentro de mí
Sola
Sin luces
Sin quirófanos
Sin sala de espera
Me estremezco
Una sonrisa me habita
Placentero y manso dolor
Me he dado a luz
A esterlidad não existe, eu sou a prova.
de Luciana Mendez
Dura Máter
Veia trombótica
Magna perfurante
Carrega de novo
Meu sangue leitoso
Eternamente venoso
De volta ao sistema caótico
Meu seio esquerdo
Duplamente originário
Cava convicto
Nas minhas gauches
Dores inferiores
Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre
de Luciana Gaffrée
Meu ventre inúti
Não se enternece,
Não engendra,
Não ejacula
Engorda!
Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem
Engordam!
Meu saco escrotal
Não não tem óvulos
Não tem placenta
Não alimenta
Engorda!
Não tenho trompas de Eustáquio
Não tenho óvulos, nem ovário
Não dou à luz,
Nunca mesntruei!
Gorduras?
Gordura estéril
De minhas formas arredondadas
Da doçura de minh´alma
Da ternura de meus fluidos
Como a gordura, viscozos,
Procriam!
de Luiz Fernando Gaffrée Thompson
"Esta poesía refleja algunas de mis indagaciones o exploraciones mentales asociadas a reconocer la belleza en ciertos mapas del cuerpo, cartografías fisiológicas..."
Julio Pereira
"... Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre...",
tan vedadas a nosotros ,
hombres.
Solo apercibidas
a traves de los sentidos,
que se transforman
en sinestesia de amor
en espera.
El misterio de la vida,
de regreso del caos ,
trera consigo la sorpresa
de ese soplo que da vida,
pero que no dejara de ser
misterio a ambos,
por suerte.
de Leopoldo Martinez Risso
Saltimbanqui salta mientras mis senos aplauden
vientre y en él nadando, flotando, moviendo
cambiando, creciendo, arrastrando,
delante un mundo,
pequeño gignatesco
dolores y placeres
vientre jugando al juglar
vientre que muestra y oculta
producto de conjunciones
conjunciones en la luna
conjunciones de cóncavo y convexo
de circunferencia y espiga
durante la Luna
durante la Estrella
Saltimbanqui del Vientre
yaciendo allí otro vientre
eónico......
de Vivian Rabinovich
Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem
la belleza en ciertos
mapas del cuerpo
cartografías fisiológicas
tan vedadas a nosotros,
hombres
producto de conjunciones
de circunferencia y espiga
se transforman en sinestesia de amor
mis senos aplauden
otro vientre
eónico......
De autores varios
Suspiro profundo
Me doblo
Me inclino
Mis manos enlazan mi vientre
Lo acunan
Lo protegen
Sola dentro de mí
Sola
Sin luces
Sin quirófanos
Sin sala de espera
Me estremezco
Una sonrisa me habita
Placentero y manso dolor
Me he dado a luz
A esterlidad não existe, eu sou a prova.
de Luciana Mendez
terça-feira, 18 de maio de 2010
Eón ______________________________________________ Alma.. Eón...
Inspiro
La Nada, el nadie, el ni, el núcleo
Expiro
El hueco, hondo, huérfano, habeas
Inspiro
Los Cuerpos, cuervos, cuentos, catapultos
Expiro
Las Aristas, Avispas, Arrianas, Arcanas
Tateo el quinao
Sacudo el carcoma
Lamo la corteza
Entraño la enmienda
ohmio
ohm
ión
ón
de Luciana Gaffrée
Exhalo...
Las aristas arañan la suavidad de tu piel
deJulio Pereira
Y si inspirase tan hondo, profundamente la nada
y de mí expirase un todo profundamente abarcable
hasta el límite profundo de la raiz uniforme,
la que une la que forma la que entraña las entrañas
y desde dentro hacia afuera
derramase cuerpos, cuentos, aristas , arcanas....
y si entonces me atreviese a superar la corteza
y entrar entre cada anillo y en cada anillo llamarme
ALMA
ahhh
al
una
única
todas y una...
Alma
de Vivian Rabinovich
Buscando lo esencial...Dónde la esencia?
que la.....
Otro día.....
Pero ispiro...
expiro..
sonoro silencio,
lamo...y
qué es todo?
qué es nada?
Que la...
Materia y espíritu..
al final sólo la tierra
en la Tierra.
de Zulema Solla
Inspiro
Chico, Chicago, chiadeira e charlatanismo
Expiro
Poesia, podres poderes, peidos e pedidos vãos
Inspiro
Ouvidos torturados, carnes trituradas, odores e frustrações
Inspiro
Cocaína, cocô, cor corroída e Cortazar em Paris
Expiro
Fluxos, fluidez, corrimentos nauseabundos em Nanterre
Suspiro
Ao ler Deleuze, Freud e Scherer
Aspiro
A ser uma máquina de desejos e um corpo sem órgãos
de Luiz Fernando Gaffrée Thompson
La Nada, el nadie, el ni, el núcleo
Expiro
El hueco, hondo, huérfano, habeas
Inspiro
Los Cuerpos, cuervos, cuentos, catapultos
Expiro
Las Aristas, Avispas, Arrianas, Arcanas
Tateo el quinao
Sacudo el carcoma
Lamo la corteza
Entraño la enmienda
ohmio
ohm
ión
ón
de Luciana Gaffrée
Exhalo...
Las aristas arañan la suavidad de tu piel
deJulio Pereira
Y si inspirase tan hondo, profundamente la nada
y de mí expirase un todo profundamente abarcable
hasta el límite profundo de la raiz uniforme,
la que une la que forma la que entraña las entrañas
y desde dentro hacia afuera
derramase cuerpos, cuentos, aristas , arcanas....
y si entonces me atreviese a superar la corteza
y entrar entre cada anillo y en cada anillo llamarme
ALMA
ahhh
al
una
única
todas y una...
Alma
de Vivian Rabinovich
Buscando lo esencial...Dónde la esencia?
que la.....
Otro día.....
Pero ispiro...
expiro..
sonoro silencio,
lamo...y
qué es todo?
qué es nada?
Que la...
Materia y espíritu..
al final sólo la tierra
en la Tierra.
de Zulema Solla
Inspiro
Chico, Chicago, chiadeira e charlatanismo
Expiro
Poesia, podres poderes, peidos e pedidos vãos
Inspiro
Ouvidos torturados, carnes trituradas, odores e frustrações
Inspiro
Cocaína, cocô, cor corroída e Cortazar em Paris
Expiro
Fluxos, fluidez, corrimentos nauseabundos em Nanterre
Suspiro
Ao ler Deleuze, Freud e Scherer
Aspiro
A ser uma máquina de desejos e um corpo sem órgãos
de Luiz Fernando Gaffrée Thompson
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Alma Morta
Culpa,
Ajuste tu pollera al sentarse
En el confesionario
Que no vea el cura
A tus piernas mal depiladas
¿A tus hijos los dejasteis solos
En las escaleras de cada iglesia?
... Las madamas exhalan el número 5 ...
¿Por que te tardas tanto?
Son muchos los suicidas
En esa vida de Senhora Aparecida
No hay luz en la alcoba
Ni belleza en la mirada
La puta
Debe callarse
Adormecer
Igual, tus hijos paridos
Protegidos por el Macho Estado
Gritan tu nombre
Gracias a los sexos Masculinos
Te dejan tiempo para confesar
Y con una mirada lánguida
Hasta si quieres puedes incluso
A los sexos manipular
Y si consideras el tamaño
Uses tus uñas
Para castrar
Igual, amiga
La historia siempre
Te culpará...
de Luciana Gaffrée
Ajuste tu pollera al sentarse
En el confesionario
Que no vea el cura
A tus piernas mal depiladas
¿A tus hijos los dejasteis solos
En las escaleras de cada iglesia?
... Las madamas exhalan el número 5 ...
¿Por que te tardas tanto?
Son muchos los suicidas
En esa vida de Senhora Aparecida
No hay luz en la alcoba
Ni belleza en la mirada
La puta
Debe callarse
Adormecer
Igual, tus hijos paridos
Protegidos por el Macho Estado
Gritan tu nombre
Gracias a los sexos Masculinos
Te dejan tiempo para confesar
Y con una mirada lánguida
Hasta si quieres puedes incluso
A los sexos manipular
Y si consideras el tamaño
Uses tus uñas
Para castrar
Igual, amiga
La historia siempre
Te culpará...
de Luciana Gaffrée
sexta-feira, 7 de maio de 2010
IV Cruzada de 1212 e suas crianças de 2012
As Cruzadas lançam-se às Palavras
Espalham o bábaro
Barram da terra
Em navios
Se esquecem
A culpa é das águas
Seus corações eram puros
Mas o Mar
Esqueceu de acordar
Conheceram os mercadores
E puras
Foram Vendidas
Hoje as palavras
Cruzadas
Não sabem
Que estão nas ruas
Que nunca lhes dividirá
Do seu muro
Nem as salvará
Da sagrada
Escravidão
Culpa é das Letras
Dos sábios
Das Grandes-Que-lucram
Rumo ao Deserto
Atraídos pela Miragem
das Novas
Rotas
Comerciais
de Luciana Gaffrée
IVe Croisée de 1012 et ses enfants de 2012
Les Croisés se lancent aux mots
Sèment le barbare
Barricadent avec de la boue
Dans les bâteaux
Oublient que
Le tort est á l´eau
Leur coeur était pur
Mais la Mer
A oublié de se réveiller
Elle a connu les marchands
Et pure
Elle a été vendue
Aujourd´hui: des Mots
Croisés!
Qui ne savent pas
Qu´ils sont dans les rues
Et que leur mur
Ne les sauvera pas non plus
D´esclavage
Sacré
Le tort est aux lettres
Des savants
Des Grands-Qui-Se-Font-Du-Prof it
En chemin vers le Désert
Attiré par le Mirage
De nouvelles
Routes Commerciales
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
Espalham o bábaro
Barram da terra
Em navios
Se esquecem
A culpa é das águas
Seus corações eram puros
Mas o Mar
Esqueceu de acordar
Conheceram os mercadores
E puras
Foram Vendidas
Hoje as palavras
Cruzadas
Não sabem
Que estão nas ruas
Que nunca lhes dividirá
Do seu muro
Nem as salvará
Da sagrada
Escravidão
Culpa é das Letras
Dos sábios
Das Grandes-Que-lucram
Rumo ao Deserto
Atraídos pela Miragem
das Novas
Rotas
Comerciais
de Luciana Gaffrée
IVe Croisée de 1012 et ses enfants de 2012
Les Croisés se lancent aux mots
Sèment le barbare
Barricadent avec de la boue
Dans les bâteaux
Oublient que
Le tort est á l´eau
Leur coeur était pur
Mais la Mer
A oublié de se réveiller
Elle a connu les marchands
Et pure
Elle a été vendue
Aujourd´hui: des Mots
Croisés!
Qui ne savent pas
Qu´ils sont dans les rues
Et que leur mur
Ne les sauvera pas non plus
D´esclavage
Sacré
Le tort est aux lettres
Des savants
Des Grands-Qui-Se-Font-Du-Prof
En chemin vers le Désert
Attiré par le Mirage
De nouvelles
Routes Commerciales
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
sábado, 24 de abril de 2010
Peligro de Aborto
Los secretos se rompen
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente
¿Por que tocastes la bolsa?
Los secretos son contracciones
Ahora se ha "roto aguas"!
De mi cúmplice tapón
El agua caliente cae en mi cuello
El olor es de manzanilla
La burbuja estéril
Prematuramente
Favorece las relaciones
Matriarcales
de Luciana Gaffrée
Dos amores.....dos momentos....
uno luego desfigura al otro:
Los secretos se rompen
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente
El momento ...que marca lo divno terrenal,
con la injusticia acecida...
Creció ciprés
Cuando lo que debe ser es mutilado,
se aniquila y ya es imposible retroceder...
las huellas que comienzan olorosas
son rasgduras del ropaje del AMOR....
Cárcel sin carceleros.
de Zulema Solla Pérez
Danger d´avortement
Les secrets se percent, comme um mauvais songe
Dans le désert du mensonge
L´histoire dessine
Faute aux origines
Pou quoi toucher à l´embryon?
Les secrets sont des contradicitons!
Maintenant les liguides s´en vont
Depuis mon complice tambpn
L´eau chaude coule de mes entrailles
Des bulles qui sentent les pommes
Des bulles inutiles, stériles
Prématurément,
Elles favorisent les relations
De la mère aux générations
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
no logro cerrar el circulo
si es que hay que cerrarlo
de alguna forma o me falla hoy
mi parte femenina y quizas
no sea tan malo que esto suceda
o si, la verdad aun lo estoy pensando
y repensando
y la verdad
es que no se si tengo ganas de dejar
que la razòn entre a tallar en todo esto, no se.
Por otro lado vuelven a mi sentimientos existenciales,
sartrianos, que me dicen una y otra vez
que no existen naturalezas,
que el hombre esta condenado a ser libre.
Que quizas existan de la misma forma
esos sentimientos matriarcales y patriarcales
y copulen y copulen hasta ser uno
y uno ser de lo adquirido, de lo preestablecido.
Y si es asi es bueno purificarlos
en esas aguas tibias con olor a manzanilla
y comprenderlos, aprenderlos apresarlos
y liberarlos cuando ellos asi lo deseen
y a la vez sentirse de la misma forma
y obrar de la misma forma
cada vez que lo deseemos
de Leopoldo Martinez Risso
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente
¿Por que tocastes la bolsa?
Los secretos son contracciones
Ahora se ha "roto aguas"!
De mi cúmplice tapón
El agua caliente cae en mi cuello
El olor es de manzanilla
La burbuja estéril
Prematuramente
Favorece las relaciones
Matriarcales
de Luciana Gaffrée
Dos amores.....dos momentos....
uno luego desfigura al otro:
Los secretos se rompen
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente
El momento ...que marca lo divno terrenal,
con la injusticia acecida...
Creció ciprés
Cuando lo que debe ser es mutilado,
se aniquila y ya es imposible retroceder...
las huellas que comienzan olorosas
son rasgduras del ropaje del AMOR....
Cárcel sin carceleros.
de Zulema Solla Pérez
Danger d´avortement
Les secrets se percent, comme um mauvais songe
Dans le désert du mensonge
L´histoire dessine
Faute aux origines
Pou quoi toucher à l´embryon?
Les secrets sont des contradicitons!
Maintenant les liguides s´en vont
Depuis mon complice tambpn
L´eau chaude coule de mes entrailles
Des bulles qui sentent les pommes
Des bulles inutiles, stériles
Prématurément,
Elles favorisent les relations
De la mère aux générations
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
no logro cerrar el circulo
si es que hay que cerrarlo
de alguna forma o me falla hoy
mi parte femenina y quizas
no sea tan malo que esto suceda
o si, la verdad aun lo estoy pensando
y repensando
y la verdad
es que no se si tengo ganas de dejar
que la razòn entre a tallar en todo esto, no se.
Por otro lado vuelven a mi sentimientos existenciales,
sartrianos, que me dicen una y otra vez
que no existen naturalezas,
que el hombre esta condenado a ser libre.
Que quizas existan de la misma forma
esos sentimientos matriarcales y patriarcales
y copulen y copulen hasta ser uno
y uno ser de lo adquirido, de lo preestablecido.
Y si es asi es bueno purificarlos
en esas aguas tibias con olor a manzanilla
y comprenderlos, aprenderlos apresarlos
y liberarlos cuando ellos asi lo deseen
y a la vez sentirse de la misma forma
y obrar de la misma forma
cada vez que lo deseemos
de Leopoldo Martinez Risso
terça-feira, 20 de abril de 2010
Da Décima Lua Jogo as Tranças (A Borra do Café)
Do alto da torre descubro
Que daquele mangá não provarei
Porque da janela da torre escuto
O espectro de um grito
São as minhas tranças cortadas
Pelo cavaleiro nada romântico
Pisadas pelas Estrelas Malignas
Usadas na Tela Perdida
Um impulso urgente de morrer
Já livre de Aldebarã
Se apaixona por Alone
Cujos talentos artísticos
Aprisionam o fio da vida
Por isso, dono da cafeteria
Não se fie nas promessas
De parcas donzelas
Que mostram suas tranças
Nona, Décima e Morta
Onde deixei o meu café?
de Luciana Gaffrée
Eros ... caballero dorado
en el nombre de Aldebarán....
cuida tus espaldas
ni aun tan bien dotado...
Thánatos llega... no hay modo ...
en el nombre de Hades ...
saborea tu humeante café antes del adiós final...
de Vivian Rabinovich
Bueno... profecías,...si,
nona décima e morta
impar y décima muertas
lo fantástico
dónde dejé mi café
lo trivial
dos juegos trenzados.....ah!!!!!
de Zulema Solla Pérez
Que daquele mangá não provarei
Porque da janela da torre escuto
O espectro de um grito
São as minhas tranças cortadas
Pelo cavaleiro nada romântico
Pisadas pelas Estrelas Malignas
Usadas na Tela Perdida
Um impulso urgente de morrer
Já livre de Aldebarã
Se apaixona por Alone
Cujos talentos artísticos
Aprisionam o fio da vida
Por isso, dono da cafeteria
Não se fie nas promessas
De parcas donzelas
Que mostram suas tranças
Nona, Décima e Morta
Onde deixei o meu café?
de Luciana Gaffrée
Eros ... caballero dorado
en el nombre de Aldebarán....
cuida tus espaldas
ni aun tan bien dotado...
Thánatos llega... no hay modo ...
en el nombre de Hades ...
saborea tu humeante café antes del adiós final...
de Vivian Rabinovich
Bueno... profecías,...si,
nona décima e morta
impar y décima muertas
lo fantástico
dónde dejé mi café
lo trivial
dos juegos trenzados.....ah!!!!!
de Zulema Solla Pérez
segunda-feira, 19 de abril de 2010
La Cueva del León
Cierro los ojos
Adentro mío
Tantos mundos
Libres del Saber
Dios me hace abrirlos
Y las cadenas
Surgen para atarnos
Las decisiones
La verdad es que
Dios es un conectivo
Signo Vacío de significado
Pero lleno de sentido
Su función
Pre-posicionarnos
En la Moral Del
Animal Pagano
Atarnos en las raíces
Terrenales
Pero siempre se pueden
Brotar raíces
Por debajo de nuestras casas
Para recordarnos
Que los reductos
Se perforan
Y el agua
Invade
De Luciana Gaffrée
Adentro mío
Tantos mundos
Libres del Saber
Dios me hace abrirlos
Y las cadenas
Surgen para atarnos
Las decisiones
La verdad es que
Dios es un conectivo
Signo Vacío de significado
Pero lleno de sentido
Su función
Pre-posicionarnos
En la Moral Del
Animal Pagano
Atarnos en las raíces
Terrenales
Pero siempre se pueden
Brotar raíces
Por debajo de nuestras casas
Para recordarnos
Que los reductos
Se perforan
Y el agua
Invade
De Luciana Gaffrée
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Al costado que paso yo
A mi particularmente me gusta avanzar de a costado asi me veen apenas por la "mitad" dejando la otra parte en la oscuridad de la posibilidad de que no sea de hecho "yo" quien avance.
Corcunda de la Curva
Es agotador
Que se inspiren
En mis
Curvas
Dramáticas
Para después
Taparlas
Cuando sale
El Sol
Que la vida
Publica se ilumine
De los que no
Ofrecen
Contactos
De tercer grado
Que las curvas
No sean solo
Dramáticas
Sino también
Mediáticas
Por supuesto
Ni que hablar
De los
Aplausos
Que se curven
A mi
Los que de mi
Curvas mentales
Prueben
Un minuto de silencio por favor
Para mi estado ególatra, narciso y solstício
de Luciana Gaffrée
Que se inspiren
En mis
Curvas
Dramáticas
Para después
Taparlas
Cuando sale
El Sol
Que la vida
Publica se ilumine
De los que no
Ofrecen
Contactos
De tercer grado
Que las curvas
No sean solo
Dramáticas
Sino también
Mediáticas
Por supuesto
Ni que hablar
De los
Aplausos
Que se curven
A mi
Los que de mi
Curvas mentales
Prueben
Un minuto de silencio por favor
Para mi estado ególatra, narciso y solstício
de Luciana Gaffrée
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Ilha Grande ou Grande "Lost" ... (Ilha... Ilíada...)
Carlos
Ilhas perdem os homens?
Não Carlos, não
São as intenções
Que perdem os homens
Não é culpa das ilhas
Agora descubro
É que as dores dos homens
Não são diferentes
Os homens é que
Submersos
Preferem separá-las
Em ilhas
Para assim
Matarem seus outros
Sem que a si lhes doa
Os homens não se comunicam
Não são suas confissões patéticas
Patético é acreditar
Que das ilhas
Sairão homens
Com vontade de salvar
O Grande Mundo
Nada anuncia nada
Porque as ilhas continuam
Inundando
E teu estúpido coração
Continuará ignorando
Que pensar
Em ilhas sem problemas
É patético
As ilhas não convocam ao suicídio
Convocam ao genocídio
E ninguém se perde nem se salva
Do Fogo e do Amor
E o que explode não é o coração
Mas a efêmera possibilidade
De vida futura
De Luciana Gaffrée
Ilha Grande ou Grand "Lost"(...Ile...Iliade)
Carlos
Non, Carlos, non
Les intentions
Perdent les hommes
C´est pas faute aux îles
Je le sais maintenant
C´est les peines des hommes
Qui sont différentes
C´est que les hommes
Submergés
Préfèrent les séparer
En îles
Pour ainsi
Tuer ses autrui
Sans avoir mal
Les hommes communiquent pas
C´est pathétique d´y croire
Que des îles
Des hommes sortiront
Morivés à sauver
Le Grand Monde
Rien n´annonce rien`Parce que les îles
Innondent toujours
Et ton ceour stupide
Continuera à ignorer
Que penser
A des îles sans problèmes
Est pathétique
Les îles n´invitent pas au suicide
Elles mènent au génocide
Et personne se perd ni se sauve
Le Feu et l´Amour
Et ce qui explique
Ce n´est pas le coeur
Mais l´éphémère possibilité
De vie future.
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
"Jugo de tomate, entre las islas.
Las islas- lobo-marino nadan.
Y los isleños se caen.
Y el motor que revuelve
el jugo de tomate
los hace picadillo"
de Luciana Silva Scavone
"No hay que extraer de la premisa de la perspectividad isleña la conclusión del a-islamiento."
Fernando Gutierrez
"El aislamiento...pienso en las palabras de Godard, pienso en el reflejo y los espejos..."
Julio Pereira
"Es que en el sinfín del Universo,
todos somos una isla,
todos un punto,
todos somos uno.
Lástima que no podemos vernos
desde el más afuera,
desde el más allá de los ombligos "inteligentes"...
Adónde estará nuestra verdadera "inteligencia"?
Perdida en la isla que somos,
como un tesoro oculto
que cada vez se entierra más
ante los ojos estupidizados
con tanta "inteligente sabiduría"
Yo lector,
me he "no confundido"
sino "fusionado"
contigo justamente
pensando en la historia,
en el ayer que a nosotros
no nos ha tocado vivir
porque tuvimos suerte
de no "haber sido"
en ese entonces...
si hubiésemos "sido",
todos nosotros
habríamos dejado de "ser"
en un mismo momento.
Inconsciente colectivo:
es hora de que deje de ser
"inconsciente"..... "
de Vivian Rabinovich
Ilha... ilíada...
de Nilia Viscardi
"Las islas son apariencias encubiertas por el agua.
todo está unido por debajo.
las distancias son abismos de conciencia,
hiatos en la mirada del amor,
cuando viendo a otro, o a los otros,
no se ve a sí mismo."
de Adela Castro
Carlos? Las islas´
son de hombres perdidos?
Son las intenciones
que pierden a sus hombres?
Los hombres sufren todos igual?
Son acaso los simergidos
que forman islas?
No se comunican?
Sus frustraciones saquean
los unos a los oros?
Son acaso patéticos?
no se confiesan por temor?
Sus anhelos existen?
no aportarán nada al Mundo?
Eso inunda sus corazones?
y entonces un mar los separa?
Es una idiocía?
Exentos de fuego?
Exentos de amor?
Y una marea que inunda en oleadas
fuerza ya a separarlos?
Es una forma de suicidio?
Es ...más ya un genocidio?
Con mares inundables y parcelas aisladas
en hierática hegemonía
la vida ya inexpresiva
a la hora del Cenit
pareará efímera?
de Zulema Solla Perez
Ilhas perdem os homens?
Não Carlos, não
São as intenções
Que perdem os homens
Não é culpa das ilhas
Agora descubro
É que as dores dos homens
Não são diferentes
Os homens é que
Submersos
Preferem separá-las
Em ilhas
Para assim
Matarem seus outros
Sem que a si lhes doa
Os homens não se comunicam
Não são suas confissões patéticas
Patético é acreditar
Que das ilhas
Sairão homens
Com vontade de salvar
O Grande Mundo
Nada anuncia nada
Porque as ilhas continuam
Inundando
E teu estúpido coração
Continuará ignorando
Que pensar
Em ilhas sem problemas
É patético
As ilhas não convocam ao suicídio
Convocam ao genocídio
E ninguém se perde nem se salva
Do Fogo e do Amor
E o que explode não é o coração
Mas a efêmera possibilidade
De vida futura
De Luciana Gaffrée
Ilha Grande ou Grand "Lost"(...Ile...Iliade)
Carlos
Non, Carlos, non
Les intentions
Perdent les hommes
C´est pas faute aux îles
Je le sais maintenant
C´est les peines des hommes
Qui sont différentes
C´est que les hommes
Submergés
Préfèrent les séparer
En îles
Pour ainsi
Tuer ses autrui
Sans avoir mal
Les hommes communiquent pas
C´est pathétique d´y croire
Que des îles
Des hommes sortiront
Morivés à sauver
Le Grand Monde
Rien n´annonce rien`Parce que les îles
Innondent toujours
Et ton ceour stupide
Continuera à ignorer
Que penser
A des îles sans problèmes
Est pathétique
Les îles n´invitent pas au suicide
Elles mènent au génocide
Et personne se perd ni se sauve
Le Feu et l´Amour
Et ce qui explique
Ce n´est pas le coeur
Mais l´éphémère possibilité
De vie future.
(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)
"Jugo de tomate, entre las islas.
Las islas- lobo-marino nadan.
Y los isleños se caen.
Y el motor que revuelve
el jugo de tomate
los hace picadillo"
de Luciana Silva Scavone
"No hay que extraer de la premisa de la perspectividad isleña la conclusión del a-islamiento."
Fernando Gutierrez
"El aislamiento...pienso en las palabras de Godard, pienso en el reflejo y los espejos..."
Julio Pereira
"Es que en el sinfín del Universo,
todos somos una isla,
todos un punto,
todos somos uno.
Lástima que no podemos vernos
desde el más afuera,
desde el más allá de los ombligos "inteligentes"...
Adónde estará nuestra verdadera "inteligencia"?
Perdida en la isla que somos,
como un tesoro oculto
que cada vez se entierra más
ante los ojos estupidizados
con tanta "inteligente sabiduría"
Yo lector,
me he "no confundido"
sino "fusionado"
contigo justamente
pensando en la historia,
en el ayer que a nosotros
no nos ha tocado vivir
porque tuvimos suerte
de no "haber sido"
en ese entonces...
si hubiésemos "sido",
todos nosotros
habríamos dejado de "ser"
en un mismo momento.
Inconsciente colectivo:
es hora de que deje de ser
"inconsciente"..... "
de Vivian Rabinovich
Ilha... ilíada...
de Nilia Viscardi
"Las islas son apariencias encubiertas por el agua.
todo está unido por debajo.
las distancias son abismos de conciencia,
hiatos en la mirada del amor,
cuando viendo a otro, o a los otros,
no se ve a sí mismo."
de Adela Castro
Carlos? Las islas´
son de hombres perdidos?
Son las intenciones
que pierden a sus hombres?
Los hombres sufren todos igual?
Son acaso los simergidos
que forman islas?
No se comunican?
Sus frustraciones saquean
los unos a los oros?
Son acaso patéticos?
no se confiesan por temor?
Sus anhelos existen?
no aportarán nada al Mundo?
Eso inunda sus corazones?
y entonces un mar los separa?
Es una idiocía?
Exentos de fuego?
Exentos de amor?
Y una marea que inunda en oleadas
fuerza ya a separarlos?
Es una forma de suicidio?
Es ...más ya un genocidio?
Con mares inundables y parcelas aisladas
en hierática hegemonía
la vida ya inexpresiva
a la hora del Cenit
pareará efímera?
de Zulema Solla Perez
Assinar:
Postagens (Atom)