A minha vida imita a minha arte

Espero que gostem
das nossas imitações
colocadas em palavras
virgulando, reticenciando
Nossos mergulhos
Nessa loucura chamada
Pensamento

Luciana Gaffrée

sábado, 19 de junho de 2010

Sweet Cream

Antes de dormir
Anhelo escribir
Antes de acostarme
Preciso arroparme
Antes de apagarla
Voy a buscarte
Dr. Selby

Dr.Selby
Voy a buscarte
Antes de apagarla
Preciso arroparme
Antes de acostarme
Anhelo escribir
Antes de dormir


Anhelo
Antes
Preciso
Voy
Dr.


De Luciana Gaffrée


Luego de escribir acostar arropar apagar buscar ir
Luego del Dr. Anhelo.. 
Qué hay en el después...
La Nada de Hemingway o el Todo de ti de mi de nosotros
de ellos 
Del Dr. Anhelo esperando más de lo mismo 
el retorno de lo mismo 
el mismo anhelo de ir a lo mismo 
hasta el final...

de Vivian Rabinovich

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Solsoneto


Solsoneto

Soneto gueto amuleto,
Impressões contradições aflições
Soweto, cianureto, Monsueto:
Sabão um pouquinho, roupa um tantão!

Copa, obra que sossobra
Amarelo, lero-lero nacionalista
Retórica de um povo que cobra
Razões para ser ufanista

Gol! esquecimento, desolação
Seleção ruim, filha da puta!
Jogador vencido na disputa.

Gol...Gol! Ópera de titãs
Vencedores salvam a Nação
Da Pátria de Chuteiras...Exaltação!




Solsonnet

Sonnet, ghetto, grigri
Impressions, contradiction, malédiction!
Soweto, cianure, la sueur
Trop de linge, pas assez de savon

Coupe, oeuvre qui sombre
Jaune, boniment nationaliste
Réthorique d´un peuple qui exige
Des raisons pour être chauviniste

But! Oubli, désolation
Merde, cette équipe foutue,
Ces joueurs déjà vaincus

But!...But! Opéra aux géants
Les vainqueurs sauvent la Nation
Et nous, tous en uniforme: exaltation!

(Autor do original em português e da versão francesa:
Luiz Fernando Gaffrée Thompson)


Goles con receta medica

El nieto camina llevando siempre
El amuleto,
Las aflições
Las marias juanas
Y sus pocas visitas

El CTI sossobra
Un guetto sin nacionalidad
Una inclusión retórica
Un sinrazón nada comunicable
No hay testigos
En el CTI

Es el olvida-miento, la desolación
Aquella hija de puta!
Vestida de blanco
En su Ópera patria
Rompe carnes
Opera titán
Exalta goles
Que inyectan
Comas

Salga de ahí mi nieto
Prenda MTV
Juegue wii
Y olvidese
De mi

de Luciana Gaffrée


Nunca mientes cuando olvidas
sólo cuando recuerdas y retuerces mentiras
hasta que se olvIdan todos de tus verdades vencidas
entonces se juega y se rompen las carnes
se ponen patadas se aúlla al desborde
un canto que suena a bruta sordera
bruta ignorante pan y circo y cirqueros
y entre cabaleros y cabuleros
fabuladores y fabuleros
mentirosos y mentiras que se recuerdan retorcidas
todos olvidan
TODOS OLVIDAN

de Vivian Rabinovich

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Gema Genitiva ou "Qualquer Relacionamento entre dois"


Cacau maia
Moeda de troca
Árvore-da-vida
Morta na Bahia

Cacaueira vassoura
Da bruxa latina
Navegadora
Bêbada garota
Negra amarga
Mordida nos
Glúteos recheados
de Avelã

Línguas de gato
Derretem depressões
Suas doses terapêuticas
São grãos
Paralisantes
Em doses letais
Quiçá excitantes

Negra, negrinha
Venha minha pretinha
Seus esporos
Recheados de menta
Descem suaves
De garganta
em garganta

Por sorte
Te prefiro negra
E branca
ou ambas juntas
Sacolejo na boca
Tuas partes salivares
Cuspo as passas

As passas são feias
Cheias de pedúnculos
Enruguecidos
Não conhecem
As cutículas
Afrodizíacas

E a concha madrepérola?

de Luciana Gaffrée


Contraponto antropológico

Alva
Cabelos negros
Requebrada
Latina européia
Cevada de dendê

Branca
Pretas madeixas
Olhos de ameixa
Suingue
Alimentção: feijão

Pelos
Fartos, depilados
Boca carnuda
Símbolos religiosos
Pitéu de farofa

Ópera
Sul de Europa
América do Sul
Sul sôfrego
Bacante de banha

Generosas
As carnes das mamas
Mães na essência
Maduras de tesão
Empapadas de licores

Largas
As ancas felinianas
Promessas de gestação
Convites alcoviteiros
Associações óbivias

Roma de Fellini
Musas de Pantagruel
Símbolos de Botero
Redondas de Jorge Amado
Pesadeleos de Ceauscecu

Cerbères
Cães ladinos latem o nosso latim crioulo
Lá e cá.

(autor: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)

asi como eres...
cómo eres?
no te distingo a la luz del día
el sol me ilumina y no veo
si eres oscura clara clara límpida
límpìda sucia
sucia amarillenta
amarillenta o blanquecina
ébano o marfil
marfil o arco iris
cómo eres .....?
muestra... que al fin y al cabo
nadie sabe cómo deberías ser
nadie hay satisfecho si eres oscura clara
límpida sucia amarillenta blanquecina
ébano o marfil o arco iris
muestra hasta que el sol oscurezca
y alguien por fin te vea como eres
TAL COMO ERES
ENTERA

de Vivian Rabinovich


Procurando hoy...el cacao....
Hay de las veces que el alma procura cadencias,
quiere tañer sus cuerdas,
latir como una oblea entre mejillas ...
y saberse con caderas cadenciosas,
cual las pasas,almendras,avellanas o castañas
que bañadas del cacao y saborizado, de las mentas,
los marrasquinos o las fresas nos procuran embelesar
con todo su embeleso ya que como con codicia
se escode de ella el halito
esquivo ,mezquino con total mezquindad.

de Zulema Solla Perez



sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Vaso Chinês


O Vaso Chinês
Compartir
Tens fotofobia, transpiração e lacrimejas
Tens vertigens, vômitos e choro
Musculatura cerebral involuntária
Pensamento com ânsias de poder

Tua mente coagulou
Atacou o teu sistema
Afetou a tua percepção
Quedastes dependente
Da fêmea ideologia
Também chamada
Símbolo nacional
Tua narcótica fé
de atéia

Oh haxixe insensível
Oh suspiro oprimido
Oh euforia dormideira
Oh apatia cardíaca
Oh crente camuflado

Ela, a papoula alemã
A falsa materialização
A Dádiva dos Deuses
A Negação do prazer
A Guerreira fanática
A Leitosa cápsula
Em porcelana e seda
Ferve as almas
Dialeticamente
Para o chá
Das cinco
Tolas


De Luciana Gaffrée


O meu "vase chinois"

espaços brancos leitosos ou "beiges" sedosos
seres estáticos, nobiliárquicos, capitosos
superfciíes sem perspectiva, etéreas
cenas de cortes, de caçadas, como que aéreas
personagens azuis, dourados, "laque de chine"

porcelanas trazidas por meu pai, na sala de minha mãe
os personagens dos potes despem-se de sua postura vã
e, imperadore, impratriz, príncipe ou princesa
soltam-se e vêm participar do repasto à mesa
já são Bebete; Ricardo; Liginha; Candinho; Liliam

Natal tropical, na Tijuca, calores, festa pagã
danças e brincadeiras, bebedeiras, de divertir-se o afã
no quintal, mangueiras caramboleiras sapotizeiros
misturados às nozes, amêndoas, avelãs; pinheiros

de repente, todas as personagens desaparecem da sala,
seus tesouros restaurados dão-lhe a sua aparência de gala,
retornam, meus: primo, prima, irmão, irmã, tio, tia
aos vasos, à época da dinastia Ming, a sua esxistência vazia.

(Poema: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)


De allí no pudiste escapar nunca
porque alguien dijo insistió persuadió
gritó juró corrompió prometió
el alma en el cielo si cumplieras
en el infierno si no obedecieras
Te quedaste allí en el centro del pecado
y decidieron por ti que fueras tonto y adorado
adorado y tonto
para siempre

narcóticamente en fe atontado

y el alguien atrás,
sin dar su sangre ni su alma
ni su fe ni su pecado ni su promesa
ni su cielo ni su infierno
ni glorias de ser eterno
porque en eso, justamente en eso no creyera,
mirándote sonriente.... tonto obnubilado...!

de Vivian Rabinovich



Esa mixtura o contagio
entre lo orgánico y sus humores
y los infartos, coágulos, tumores,
metástasis: ideológicos, de fe atea,
ansias de poder,
apatía,
amuflajes diversos
de prejuicios no confesados...
A cuántos pueden
caernos estos sayos,
en la búsqueda de ser
auténticos,
salirnos de clishés,
cambiar sin que nos cueste tanto,
escuchar otras voces,
movernos de lugar...

"Tolas"
Vocativo final!!
jaja: tontas?!,
a veces somos tan
/tolos/tolas...otras,
nuestro pensamiento,
sentimientos,
fuerza,
entusiasmo,
respeto,
apertura...
puede convidarnos
a otras tazas más
rústicas
o también
de porcelana y seda...
es lo de menos,
y encontrar
la poderosa
fuerza
del diálogo.

de María Vida

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Carótida Enternecida

Minha jugular externa
Dura Máter
Veia trombótica
Magna perfurante
Carrega de novo
Meu sangue leitoso
Eternamente venoso
De volta ao sistema caótico
Meu seio esquerdo
Duplamente originário
Cava convicto
Nas minhas gauches
Dores inferiores
Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre

de Luciana Gaffrée





Meu ventre inúti
Não se enternece,
Não engendra,
Não ejacula

Engorda!

Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem

Engordam!

Meu saco escrotal
Não não tem óvulos
Não tem placenta
Não alimenta

Engorda!

Não tenho trompas de Eustáquio
Não tenho óvulos, nem ovário
Não dou à luz,
Nunca mesntruei!

Gorduras?

Gordura estéril
De minhas formas arredondadas
Da doçura de minh´alma
Da ternura de meus fluidos

Como a gordura, viscozos,



Procriam!

de Luiz Fernando Gaffrée Thompson


"Esta poesía refleja algunas de mis indagaciones o exploraciones mentales asociadas a reconocer la belleza en ciertos mapas del cuerpo, cartografías fisiológicas..."
Julio Pereira


"... Essas nossas
Prisões das danças
do Ventre...",
tan vedadas a nosotros ,
hombres.
Solo apercibidas
a traves de los sentidos,
que se transforman
en sinestesia de amor
en espera.
El misterio de la vida,
de regreso del caos ,
trera consigo la sorpresa
de ese soplo que da vida,
pero que no dejara de ser
misterio a ambos,
por suerte.

de Leopoldo Martinez Risso



Saltimbanqui salta mientras mis senos aplauden
vientre y en él nadando, flotando, moviendo
cambiando, creciendo, arrastrando,
delante un mundo,
pequeño gignatesco
dolores y placeres
vientre jugando al juglar
vientre que muestra y oculta
producto de conjunciones
conjunciones en la luna
conjunciones de cóncavo y convexo
de circunferencia y espiga
durante la Luna
durante la Estrella
Saltimbanqui del Vientre
yaciendo allí otro vientre
eónico......

de Vivian Rabinovich


Minhas glândulas mamárias
Atrofiadas,
Não alimentam,
Não enrijecem
la belleza en ciertos
mapas del cuerpo
cartografías fisiológicas
tan vedadas a nosotros,
hombres
producto de conjunciones
de circunferencia y espiga
se transforman en sinestesia de amor
mis senos aplauden
otro vientre
eónico......

De autores varios



Suspiro profundo
Me doblo
Me inclino
Mis manos enlazan mi vientre
Lo acunan
Lo protegen
Sola dentro de mí
Sola
Sin luces
Sin quirófanos
Sin sala de espera
Me estremezco
Una sonrisa me habita
Placentero y manso dolor
Me he dado a luz

A esterlidad não existe, eu sou a prova.

de Luciana Mendez

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eón ______________________________________________ Alma.. Eón...

Inspiro
La Nada, el nadie, el ni, el núcleo

Expiro
El hueco, hondo, huérfano, habeas

Inspiro
Los Cuerpos, cuervos, cuentos, catapultos

Expiro
Las Aristas, Avispas, Arrianas, Arcanas

Tateo el quinao

Sacudo el carcoma

Lamo la corteza

Entraño la enmienda

ohmio
ohm
ión
ón



de Luciana Gaffrée



Exhalo...
Las aristas arañan la suavidad de tu piel

deJulio Pereira



Y si inspirase tan hondo, profundamente la nada
y de mí expirase un todo profundamente abarcable
hasta el límite profundo de la raiz uniforme,
la que une la que forma la que entraña las entrañas
y desde dentro hacia afuera
derramase cuerpos, cuentos, aristas , arcanas....
y si entonces me atreviese a superar la corteza
y entrar entre cada anillo y en cada anillo llamarme
ALMA
ahhh
al
una
única
todas y una...
Alma

de Vivian Rabinovich



Buscando lo esencial...Dónde la esencia?

que la.....
Otro día.....
Pero ispiro...
expiro..
sonoro silencio,
lamo...y
qué es todo?
qué es nada?

Que la...
Materia y espíritu..
al final sólo la tierra
en la Tierra.

de Zulema Solla


Inspiro
Chico, Chicago, chiadeira e charlatanismo

Expiro
Poesia, podres poderes, peidos e pedidos vãos

Inspiro
Ouvidos torturados, carnes trituradas, odores e frustrações

Inspiro
Cocaína, cocô, cor corroída e Cortazar em Paris

Expiro
Fluxos, fluidez, corrimentos nauseabundos em Nanterre

Suspiro
Ao ler Deleuze, Freud e Scherer
Aspiro
A ser uma máquina de desejos e um corpo sem órgãos

de Luiz Fernando Gaffrée Thompson

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Alma Morta

Culpa,
Ajuste tu pollera al sentarse
En el confesionario
Que no vea el cura
A tus piernas mal depiladas

¿A tus hijos los dejasteis solos
En las escaleras de cada iglesia?


... Las madamas exhalan el número 5 ...


¿Por que te tardas tanto?
Son muchos los suicidas
En esa vida de Senhora Aparecida


No hay luz en la alcoba
Ni belleza en la mirada

La puta
Debe callarse
Adormecer

Igual, tus hijos paridos
Protegidos por el Macho Estado
Gritan tu nombre

Gracias a los sexos Masculinos
Te dejan tiempo para confesar
Y con una mirada lánguida
Hasta si quieres puedes incluso
A los sexos manipular
Y si consideras el tamaño
Uses tus uñas
Para castrar

Igual, amiga
La historia siempre
Te culpará...


de Luciana Gaffrée

sexta-feira, 7 de maio de 2010

IV Cruzada de 1212 e suas crianças de 2012

As Cruzadas lançam-se às Palavras
Espalham o bábaro
Barram da terra
Em navios
Se esquecem
A culpa é das águas
Seus corações eram puros
Mas o Mar
Esqueceu de acordar
Conheceram os mercadores
E puras
Foram Vendidas
Hoje as palavras
Cruzadas
Não sabem
Que estão nas ruas
Que nunca lhes dividirá
Do seu muro
Nem as salvará
Da sagrada
Escravidão
Culpa é das Letras
Dos sábios
Das Grandes-Que-lucram
Rumo ao Deserto
Atraídos pela Miragem
das Novas
Rotas
Comerciais

de Luciana Gaffrée





IVe Croisée de 1012 et ses enfants de 2012

Les Croisés se lancent aux mots
Sèment le barbare
Barricadent avec de la boue
Dans les bâteaux
Oublient que
Le tort est á l´eau
Leur coeur était pur
Mais la Mer
A oublié de se réveiller
Elle a connu les marchands
Et pure
Elle a été vendue
Aujourd´hui: des Mots
Croisés!
Qui ne savent pas
Qu´ils sont dans les rues
Et que leur mur
Ne les sauvera pas non plus
D´esclavage
Sacré
Le tort est aux lettres
Des savants
Des Grands-Qui-Se-Font-Du-Profit
En chemin vers le Désert
Attiré par le Mirage
De nouvelles
Routes Commerciales

(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)

sábado, 24 de abril de 2010

Peligro de Aborto

Los secretos se rompen
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente

¿Por que tocastes la bolsa?
Los secretos son contracciones
Ahora se ha "roto aguas"!
De mi cúmplice tapón

El agua caliente cae en mi cuello
El olor es de manzanilla
La burbuja estéril
Prematuramente
Favorece las relaciones
Matriarcales

de Luciana Gaffrée



Dos amores.....dos momentos....
uno luego desfigura al otro:
Los secretos se rompen
En el desierto de la mentira
La historia se desbubuja
Por culpa de la fuente
El momento ...que marca lo divno terrenal,
con la injusticia acecida...
Creció ciprés
Cuando lo que debe ser es mutilado,
se aniquila y ya es imposible retroceder...
las huellas que comienzan olorosas
son rasgduras del ropaje del AMOR....
Cárcel sin carceleros.

de Zulema Solla Pérez


Danger d´avortement

Les secrets se percent, comme um mauvais songe
Dans le désert du mensonge
L´histoire dessine
Faute aux origines

Pou quoi toucher à l´embryon?
Les secrets sont des contradicitons!
Maintenant les liguides s´en vont
Depuis mon complice tambpn

L´eau chaude coule de mes entrailles
Des bulles qui sentent les pommes
Des bulles inutiles, stériles

Prématurément,
Elles favorisent les relations
De la mère aux générations

(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)



no logro cerrar el circulo
si es que hay que cerrarlo
de alguna forma o me falla hoy
mi parte femenina y quizas
no sea tan malo que esto suceda
o si, la verdad aun lo estoy pensando
y repensando
y la verdad
es que no se si tengo ganas de dejar
que la razòn entre a tallar en todo esto, no se.
Por otro lado vuelven a mi sentimientos existenciales,
sartrianos, que me dicen una y otra vez
que no existen naturalezas,
que el hombre esta condenado a ser libre.
Que quizas existan de la misma forma
esos sentimientos matriarcales y patriarcales
y copulen y copulen hasta ser uno
y uno ser de lo adquirido, de lo preestablecido.
Y si es asi es bueno purificarlos
en esas aguas tibias con olor a manzanilla
y comprenderlos, aprenderlos apresarlos
y liberarlos cuando ellos asi lo deseen
y a la vez sentirse de la misma forma
y obrar de la misma forma
cada vez que lo deseemos

de Leopoldo Martinez Risso




terça-feira, 20 de abril de 2010

Da Décima Lua Jogo as Tranças (A Borra do Café)

Do alto da torre descubro
Que daquele mangá não provarei
Porque da janela da torre escuto
O espectro de um grito

São as minhas tranças cortadas
Pelo cavaleiro nada romântico
Pisadas pelas Estrelas Malignas
Usadas na Tela Perdida

Um impulso urgente de morrer
Já livre de Aldebarã
Se apaixona por Alone
Cujos talentos artísticos
Aprisionam o fio da vida

Por isso, dono da cafeteria
Não se fie nas promessas
De parcas donzelas
Que mostram suas tranças

Nona, Décima e Morta
Onde deixei o meu café?


de Luciana Gaffrée


Eros ... caballero dorado
en el nombre de Aldebarán....
cuida tus espaldas
ni aun tan bien dotado...
Thánatos llega... no hay modo ...
en el nombre de Hades ...
saborea tu humeante café antes del adiós final...

de Vivian Rabinovich





Bueno... profecías,...si,
nona décima e morta
impar y décima muertas
lo fantástico
dónde dejé mi café
lo trivial
dos juegos trenzados.....ah!!!!!

de Zulema Solla Pérez

segunda-feira, 19 de abril de 2010

La Cueva del León

Cierro los ojos
Adentro mío
Tantos mundos
Libres del Saber

Dios me hace abrirlos
Y las cadenas
Surgen para atarnos
Las decisiones

La verdad es que
Dios es un conectivo
Signo Vacío de significado
Pero lleno de sentido

Su función
Pre-posicionarnos
En la Moral Del
Animal Pagano
Atarnos en las raíces
Terrenales

Pero siempre se pueden
Brotar raíces
Por debajo de nuestras casas
Para recordarnos
Que los reductos
Se perforan
Y el agua
Invade

De Luciana Gaffrée

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Al costado que paso yo

A mi particularmente me gusta avanzar de a costado asi me veen apenas por la "mitad" dejando la otra parte en la oscuridad de la posibilidad de que no sea de hecho "yo" quien avance.

Corcunda de la Curva

Es agotador
Que se inspiren
En mis
Curvas
Dramáticas
Para después
Taparlas
Cuando sale
El Sol

Que la vida
Publica se ilumine
De los que no
Ofrecen
Contactos
De tercer grado

Que las curvas
No sean solo
Dramáticas
Sino también
Mediáticas

Por supuesto
Ni que hablar
De los
Aplausos

Que se curven
A mi
Los que de mi
Curvas mentales
Prueben

Un minuto de silencio por favor
Para mi estado ególatra, narciso y solstício

de Luciana Gaffrée

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ilha Grande ou Grande "Lost" ... (Ilha... Ilíada...)

Carlos
Ilhas perdem os homens?
Não Carlos, não
São as intenções
Que perdem os homens

Não é culpa das ilhas
Agora descubro
É que as dores dos homens
Não são diferentes
Os homens é que
Submersos
Preferem separá-las
Em ilhas

Para assim
Matarem seus outros
Sem que a si lhes doa

Os homens não se comunicam
Não são suas confissões patéticas
Patético é acreditar
Que das ilhas
Sairão homens
Com vontade de salvar
O Grande Mundo

Nada anuncia nada
Porque as ilhas continuam
Inundando
E teu estúpido coração
Continuará ignorando
Que pensar
Em ilhas sem problemas
É patético

As ilhas não convocam ao suicídio
Convocam ao genocídio
E ninguém se perde nem se salva
Do Fogo e do Amor
E o que explode não é o coração
Mas a efêmera possibilidade
De vida futura

De Luciana Gaffrée


Ilha Grande ou Grand "Lost"(...Ile...Iliade)

Carlos
Non, Carlos, non
Les intentions
Perdent les hommes

C´est pas faute aux îles
Je le sais maintenant
C´est les peines des hommes
Qui sont différentes
C´est que les hommes
Submergés
Préfèrent les séparer
En îles

Pour ainsi
Tuer ses autrui
Sans avoir mal

Les hommes communiquent pas
C´est pathétique d´y croire
Que des îles
Des hommes sortiront
Morivés à sauver
Le Grand Monde

Rien n´annonce rien`Parce que les îles
Innondent toujours
Et ton ceour stupide
Continuera à ignorer
Que penser
A des îles sans problèmes
Est pathétique

Les îles n´invitent pas au suicide
Elles mènent au génocide
Et personne se perd ni se sauve
Le Feu et l´Amour
Et ce qui explique
Ce n´est pas le coeur
Mais l´éphémère possibilité
De vie future.

(Versão: Luiz Fernando Gaffrée Thompson)

"Jugo de tomate, entre las islas.
Las islas- lobo-marino nadan.
Y los isleños se caen.
Y el motor que revuelve
el jugo de tomate
los hace picadillo"

de Luciana Silva Scavone

"No hay que extraer de la premisa de la perspectividad isleña la conclusión del a-islamiento."
Fernando Gutierrez

"El aislamiento...pienso en las palabras de Godard, pienso en el reflejo y los espejos..."
Julio Pereira


"Es que en el sinfín del Universo,
todos somos una isla,
todos un punto,
todos somos uno.
Lástima que no podemos vernos
desde el más afuera,
desde el más allá de los ombligos "inteligentes"...
Adónde estará nuestra verdadera "inteligencia"?
Perdida en la isla que somos,
como un tesoro oculto
que cada vez se entierra más
ante los ojos estupidizados
con tanta "inteligente sabiduría"

Yo lector,
me he "no confundido"
sino "fusionado"
contigo justamente
pensando en la historia,
en el ayer que a nosotros
no nos ha tocado vivir
porque tuvimos suerte
de no "haber sido"
en ese entonces...
si hubiésemos "sido",
todos nosotros
habríamos dejado de "ser"
en un mismo momento.
Inconsciente colectivo:
es hora de que deje de ser
"inconsciente"..... "

de Vivian Rabinovich


Ilha... ilíada...

de Nilia Viscardi


"Las islas son apariencias encubiertas por el agua.
todo está unido por debajo.
las distancias son abismos de conciencia,
hiatos en la mirada del amor,
cuando viendo a otro, o a los otros,
no se ve a sí mismo."

de Adela Castro


Carlos? Las islas´
son de hombres perdidos?
Son las intenciones
que pierden a sus hombres?
Los hombres sufren todos igual?
Son acaso los simergidos
que forman islas?
No se comunican?
Sus frustraciones saquean
los unos a los oros?
Son acaso patéticos?
no se confiesan por temor?
Sus anhelos existen?
no aportarán nada al Mundo?
Eso inunda sus corazones?
y entonces un mar los separa?
Es una idiocía?
Exentos de fuego?
Exentos de amor?
Y una marea que inunda en oleadas
fuerza ya a separarlos?
Es una forma de suicidio?
Es ...más ya un genocidio?
Con mares inundables y parcelas aisladas
en hierática hegemonía
la vida ya inexpresiva
a la hora del Cenit
pareará efímera?

de Zulema Solla Perez

domingo, 11 de abril de 2010

Tarta Alemana

Caigo no de sueño
Sino de suspiros existenciales







de Luciana Gaffrée

Lamento bunda!

Morro do Bumba,
Bomba de chorume,
Urbe de queixume,
Lume de horror,]Humor de tumba,
Macumba que não enfeitiça,
Evangelho que não catequiza
Terço que não frutifica
Fica o aviso trágico
Do asco
À Servidão Humana

Morro dos Prazeres,
Prazeres vãos
Droga! Drogas euforizantes,
Inebriantes, de primente,
Escolrregadias na lama.
A lama leva a alma,
Leva o samba forró funky
Que num lamento ensurdecedor
Carrega tudo
Num entrudo de dor
Para o além.
E aqui no asfalto
Nada além que desdém!

Rio de Lama
Rio de Lágrima...

De Luiz Fernando Gaffrée Thompson

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Érebo

Em matéria
Ou melhor
Materializada em mim
De corpo e dor
Digo
Não quero
Igualdade de gêneros
Quero
Igualdade de seres


Já enquanto desejo
De corpos
Prefiro a diferença


A aberta e
Conquistada
Diferença entre
Machos e machos
Femeas e femeas
Femeas e machos
Machos e fêmeas

Caos Pai
Calígenas Mãe



de Luciana Gaffrée

O Corpo de Texto que Você Deseja

A virtualidade é puramente
Sensualidade
A virtualidade te libera
Da sexualidade
A virtualidade
É atração sem opção
Não se precisa
Definir
Pode-se seduzir
Hetero, homo ou bi
(Sexual)mente
A virtualidade
Erotiza é a palavra
Evoca é o corpo
O corpo da palavra
Estimula a paixão
Pela reticência
Acelera o coração
Pela potência
Não sexual
A erétil imaginação
integral-mente-poética
A virtualidade
É a perfeita
Idade
Do permita-se ser
(Inteira)mente
(Poética)mente
(Humana)mente
A fascinação
Em texto

De Luciana Gaffrée

quinta-feira, 1 de abril de 2010

El Estaño Estepario

El Estaño Estepario
Se fascina por la luna
No por su brillo
Sino por su distancia
Resguardando
Su Este-paridad
Pero por suerte
El estaño no es
Extraño al Este-pario
Pues que a la vez
Es dúctil y maleable

de Luciana Gaffrée


D´étranges ténèbres

"D´étranges ténèbres
Sont fascinées par la Lune
Pas à cause de son éclat
Mais à cause de sa distance
Qui protège l´êtat ténébreux
Cependant par chance
L´étrangeté n´est pas étrangère
A l´état ténébreux
Qui est à la fois
Mou, souple et changeant

Versão de Luiz Fernando Gaffrée Thompson

O Ermo Abissal, versão fluminense 2010.

O pré-sal está fascinado
Pelo Sol
Não pelo seu brilho
Mas pelo seu poder aurífico
Inatíngível
O que o protege
Das plataformas bizarras
Que são ao mesmo tempo
Duras e frias
Querem varrer
Dunas e ventos tépidos
Do Estado do Rio
Rio d´Ouro negro

de Luiz Fernando Gaffrée Thompson

Estaño bruñido
como luna es
nada estepario él es
Conoce el brazo
del que sueña
La luna lo ve?
Sin embargo la distancia es
Los parió una distancia sin querer
Los sueños acariciados
Los sueños añorados
Bajo un brillo distante
Sobre un brillo moldeante
Quién los abrazó?

de Zulema Solla Pérez


dúctil y maleable
tal es la luna
que acaricia los sueños
deseados mas no cosumados
dúctil y maleable
pues como estaño
se fascina con el brillo
del paisaje estepario
y ríe ante el sueño oculto
añorado perdido
perdido y prohibido
mas no condenado

de Vivian Rabinovich

Poesia com palavras nada poéticas

Provastes daquele silêncio
Daquela vontade de
Parar a palavra?
Permitistes aquele sono
De pausear desapercebidamente?
Já jogastes fora essa
Merda de obsessão
Que de tão chata
Nem sabe o que é
Ver a poeira baixar?
Percebes quando o teu
Maior interesse
Está em não falar?
Não falar é uma arte
Não falar gera paz
Mas...
Se o outro
Não sacou isso
Fica decidicamente
Impossível
Cara-ãm-bolas!

de Luciana Gaffrée


Poème sans paroles

T´as déjà goùté
De cette envie
D´arrèter le mot?
T´as permis ce sommeil
Pénétrant en catimini?
T´as déjà balancé
Cette merde d´obsession
Tellement emmerdante
Qu´ellei n´est pas capable d´attendre?
Tu comprends que parfois
Ton plus grand intérêt
Consiste à te taire
Ne pas parler, c´est de l´art!
Ne pas parler, c´est la paix!
Mais si l´autre
Ne l´a pas compris
Décidément, t´y peux rien
Putain...

Versão de Luiz Fernando Gaffrée Thompson


Não falar é uma arte
Não falar gera paz
Mas...

A veces el miedo al vacío, al silencio, no nos deja en paz

de María Vidal



Não é por não falar
em felicidade
Que eu não goste
de felicidade

de Julio Pereira



Cristal e pedras/Poema palabras pedradas

Provaste os silêncios?
Provaste dessa ausência
a profundidade abisal?
Freaste dessas palavras
o empurre por brotar?
Dormiste-as?
Ten-las pausado?
Deixaste essa obsesión
que têm por aniquilar?
Frequentaste essa bondade?
Deixaste num ampo
al poeta volar?
No falar é uma arte
Não falar produz paz
Mas se...
Se no outro…..
Acorda obscenidad
não é então se jogar a negociar?

de Zulema Solla Pérez

"Poème des mots sont des pierres/poème cristal et mots
As-tu prouvé les silences ?
Tu as prouvé de cette absence
la profondeur abyssale ?
Tu as freiné de d'elles
l'impulsion pour pousser ?
As-tu dormies ?
As-tu ralenties ?
Tu as laissé de d'elles
le obsession d'annihiler ?
As-tu fréquenté cette bonté ?
Tu as laissé dans un ampo
au poète voler ?
Ne pas parler il est un art
Ne pas parler produit de la paix
Mais si…
Dans l'autre…
Obscénité éveillée
n'est pas alors de jeter en négocier ?

de Zulema Solla Pérez


POEMA PIEDRA EN EL CRISTAL
DEJASTE LAS PALABRAS?
PROBASTE SILENCIAR?
PROBASTE DE ESA AUSENCIA
LA PROFUNDIDAD ABISAL?
FRENASTE DE ELLAS
EL EMPUJE DE BROTAR?
LAS HAS DORMIDO ?
LAS HAS PAUSADO ?
DEJASTE DE ELLAS
LA OBSESIÓN DE ANIQUILAR?
FRECUENTASTE ESA BONDAD?
DEJASTE EN UN AMPO
AL POETA VOLAR?
NO HABLAR ES UN ARTE
NO HABLAR PRODUCE PAZ
PERO SI....
EN EL OTRO.....
DESPIERTA OBSCENIDAD
NO ES ENTONCES ECHARSE A NEGOCIAR?

de Zulema Solla Pérez